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Preço das casas? "Está a destruir completamente um direito básico"

Um relatório da Confidencial Imobiliário revelou, na terça-feira, que os preços das casas subiram 19% em 2022, o que significa o maior aumento em 30 anos. 

Preço das casas? "Está a destruir completamente um direito básico"
Notícias ao Minuto

09:03 - 25/01/23 por Notícias ao Minuto

Política José Soeiro

De momento, a população portuguesa está a passar por momentos difíceis no que ao preço das casas diz respeito, sobretudo nas grandes cidades, como Lisboa e Porto. Na terça-feira, o Índice de Preços Residenciais Confidencial Imobiliário revelou que se registou o maior aumento dos preços das casas em 30 anos e o dirigente do Bloco de Esquerda José Soeiro considera que esta é uma "realidade insuportável".

O bloquista aponta que é "preciso fazer muitas coisas" para que o mercado imobiliário em Portugal não fique destruído e que os portugueses (e os que cá residem) não percam o "direito básico" à habitação.

"Uma realidade insuportável. É preciso fazer muitas coisas, ao mesmo tempo, em força. Regulação das rendas, limitações à especulação e proibição de compra por parte milionários que tratam casas como bens de investimento e de troca, fim dos vistos gold, limitação ao alojamento local, muito mais habitação pública, impedir venda de património público que pode ser convertido em habitação… A situação é grave e esta dinâmica está a destruir completamente um direito básico sem o qual outros direitos não existem", refere Soeiro, numa publicação na rede social Facebook.

Recorde-se que, na terça-feira, foi publicado um relatório da Confidencial Imobiliário, que dá conta que os preços das casas subiram 19% em 2022, o que significa o maior aumento em 30 anos. 

"Os preços de venda das casas em Portugal (Continental) subiram 18,7% em 2022, a valorização anual mais elevada dos últimos 30 anos, de acordo com o Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário", pode ler-se em comunicado.

Deste modo, "é necessário recuar a 1991 para encontrar uma taxa de variação homóloga no final do ano superior à registada neste último mês de dezembro".

Leia Também: Subiram 19%. Preços das casas registaram o maior aumento em 30 anos

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