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PCP acusa Governo de rejeitar medidas estruturais para Castelo Branco

O PCP acusou hoje o Governo de continuar a rejeitar a implementação de medidas estruturais no distrito de Castelo Branco, para melhorar as condições de vida da população e alertou que não bastam "intenções, simulações de descentralização e visitas".

PCP acusa Governo de rejeitar medidas estruturais para Castelo Branco
Notícias ao Minuto

15:48 - 24/01/23 por Lusa

Política Castelo Branco

"Em termos económicos o distrito aumenta o seu afastamento face à média nacional. Os salários e as pensões baixas são a norma e não acompanham o brutal aumento do custo de vida. Continua a perder postos de trabalho e emprego. A precariedade é uma chaga que progride. O desemprego continua a ter um forte impacto" refere, em comunicado, o PCP de Castelo Branco.

Os comunistas, perante a realização da reunião do Conselho de Ministros em Castelo Branco, prevista para quinta-feira, salientam que "esta visita não apaga o que tem sido as opções políticas deste e dos anteriores governos, do PS, PSD e CDS, em benefício dos grandes grupos económicos".

"A dura realidade que se vive no nosso distrito tem reflexos no elevado défice demográfico dos últimos anos", sustentam.

Adiantam ainda que "a região necessita urgentemente" da abolição das portagens na A23 e A25, da concretização do IC31, em perfil de autoestrada e sem portagens, o prolongamento do IC6, o reforço dos apoios aos afetados pelos incêndios e a defesa da floresta e da agricultura familiar e o reforço da oferta pública de creches, de lares e cuidados continuados e a cobertura de rede móvel, acesso à internet e à televisão digital terrestre em todo o distrito.

"É fundamental a concretização de um verdadeiro processo de regionalização, que não pode ser confundido com a criação de estruturas sem legitimidade democrática, sem coerência territorial, sem delimitação clara de atribuições e em confronto com a autonomia das autarquias, que tem impedido a criação de condições para uma verdadeira política de desenvolvimento regional", salientam.

O PCP defende que o desenvolvimento do distrito está associado à implementação de uma política alternativa que garanta a defesa dos serviços públicos, com particular evidência o Serviço Nacional de Saúde, a escola pública e a Segurança Social.

O apoio à atividade das micro, pequenas e médias empresas, a realização de investimentos públicos e de estímulos ao desenvolvimento económico, o acesso à habitação, com reforço da oferta pública, o aumento geral dos salários e das reformas e pensões e o combate à precariedade integram também o pacote de opções defendidas pelos comunistas.

"São estas opções que o país e o distrito precisam para encetar um caminho alternativo de desenvolvimento económico e social", sustentam.

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