Meteorologia

  • 04 FEVEREIRO 2023
Tempo
16º
MIN 7º MÁX 18º

PS critica Montenegro. "É a minha posição, se for preciso arranjo outra"

Porfírio Silva deixou 'farpas' ao líder da oposição. Em causa está o "imposto sobre os lucros extraordinários".

PS critica Montenegro. "É a minha posição, se for preciso arranjo outra"
Notícias ao Minuto

10:36 - 15/09/22 por Notícias ao Minuto com Lusa

Política Porfírio Silva

Porfírio Silva, deputado pelo Partido Socialista (PS), recorreu às redes sociais para criticar o líder da oposição, Luís Montenegro, na posição por este demonstrada quanto ao "imposto sobre os lucros extraordinários". 

"Montenegro é contra, mas se a União Europeia quiser, 'eu compreendo'. É uma nova forma de fazer política: esta é a minha posição, mas se for preciso arranjo outra", considerou o socialista no Facebook e no Twitter.

De recordar que, aos jornalistas, em Viseu, no terceiro dia do programa 'Sentir Portugal', o presidente do PSD reagiu à proposta da Comissão Europeia de uma taxação de 33% sobre os lucros extraordinários das empresas de petróleo, gás, carvão e refinarias, cujas receitas deverão ser "cobradas pelos Estados-membros e redirecionadas para os consumidores de energia", para aliviar preços.

"Eu gostava que, quando se fala em tributar os rendimentos do trabalho, quando se fala em impostos indiretos como o IVA, houvesse uniformidade de condições fiscais, para que houvesse as mesmas condições de competitividade quer das famílias, quer das empresas na União Europeia", vincou.

Luís Montenegro disse não saber como vai ser "exatamente a formulação final" desta proposta, mas alegou que "em Portugal há impostos a mais", tanto na energia como noutros setores, para voltar a rejeitar uma nova taxa.

"Como temos uma contribuição extraordinária de solidariedade sobre o setor energético, e que está em vigor desde os tempos em que o PS trouxe a 'Troika' para Portugal... portanto, nós já temos, de alguma forma, uma taxa que corresponde aquilo que é o objetivo que hoje foi anunciado", argumentou.

Neste sentido, disse que "se houver uma resposta à escala europeia que traga uma consignação de um imposto em benefício dos cidadãos e das empresas, se for de aplicação transversal em toda a UE", disse que compreenderia.

"Mas atenção, eu não mudei de opinião, a minha opinião é que nós, e somos um dos 27 Estados membros da União Europeia, em Portugal esse imposto não se justifica e tenho vários argumentos que são específicos do nosso caso", esclareceu. 

Leia Também: PSD defende uniformização nas políticas fiscais na UE em vários setores

Recomendados para si

Seja sempre o primeiro a saber.
Sétimo ano consecutivo Escolha do Consumidor para Imprensa Online.
Descarregue a nossa App gratuita.

Apple Store Download

;
Campo obrigatório