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Ucrânia: PEV critica "lógica de guerra interminável" da NATO

O PEV considerou hoje que a Ucrânia "está à beira de ser esmagada pelo revivalismo" da Guerra Fria, culpabilizando a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) por preconizar uma "lógica de guerra interminável".

Ucrânia: PEV critica "lógica de guerra interminável" da NATO
Notícias ao Minuto

17:18 - 22/02/22 por Lusa

Política Tensão

Em comunicado, o Partido Ecologista "Os Verdes" sustentou que a Ucrânia "está à beira de ser esmagada pelo revivalismo da Guerra Fria e das operações de expansão da NATO".

Para este partido, que perdeu a representação parlamentar nas legislativas de 30 de janeiro, às quais concorreu em coligação com o PCP, a NATO contrariou desde a sua criação os "princípios orientadores que advoga seguir", nomeadamente, a promoção da paz e da democracia.

Os Verdes consideram que a NATO, da qual Portugal faz parte, "é um promotor da guerra e da indústria militar" e procura "a existência permanente de conflitos numa lógica de guerra interminável".

"A Ucrânia encontra-se agora no limiar de um conflito de interesses económicos, militares e territoriais entre Estados Unidos da América, NATO e União Europeia de um lado e a Rússia do outro", acrescentaram "Os Verdes".

O partido alertou que as populações são as "vítimas destes jogos de guerra" e apelou, por isso, à "resolução de conflitos pela via do diálogo".

O PEV também condenou "o Governo português pelo seu alinhamento com as políticas belicistas e expansionistas da NATO e dos Estados Unidos da América (EUA)", exortando o executivo a "encetar um processo de saúda da Aliança, que de Atlântica já tem cada vez menos e de pacifista nunca teve".

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou na segunda-feira o reconhecimento por parte deste país da independência de Donetsk e Lugansk, territórios pertencentes à Ucrânia.

Um clima de incerteza em relação a uma possível invasão russa ao território ucraniano caracterizou as últimas semanas, pontuadas por ameaças de sanções pelos países ocidentais.

Leia Também: ONU pede fim das hostilidades e receia violações dos direitos humanos

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