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CDS acusa PS e Costa de serem "repelente para empresários"

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, acusou hoje o PS e o primeiro-ministro de serem "um repelente para os empresários e um travão ao investimento estrangeiro", apontando que isso justifica "atraso económico" de Portugal.

CDS acusa PS e Costa de serem "repelente para empresários"

"O PS e António Costa são um repelente para os empresários e um travão ao investimento estrangeiro", afirmou.

O líder centrista falava no sábado à noite num comício em ponte de Lima (distrito de Viana do Castelo), no âmbito da campanha para as eleições legislativas de dia 30.

Na sua ótica, "esta é uma grande justificação do atraso económico" do país.

"Nós fazemos com pompa e circunstância uma Websummit [cimeira tecnológica] no nosso país mas as empresas não se vêm fixar em Portugal e não captamos investimento estrangeiro", lamentou o líder centrista.

E explicou o seu ponto de vista, afirmando que "fazer Websummits em Portugal e fazer um apelo megalómano a que estes eventos atraiam" investimento para Portugal é igual a "abrir uma escola de esqui em Albufeira".

"Aprende-se tudo na teoria como esquiar, mas depois para esquiar é preciso ir para um sítio onde haja neve e onde se possa mesmo colocar em prática aquilo que se aprendeu", sustentou.

E considerou que "aprende-se tudo como criar um país competitivo, como reduzir impostos, como atrair investimento, como captar empresas, mas depois vai-se à economia real e não há um único empresário que esteja disponível para arriscar investir em Portugal".

No seu discurso, Francisco Rodrigues dos Santos apontou também que "o problema de Portugal não é o socialismo não ter funcionado, é que o socialismo funcionou mesmo e distribuiu de forma igualitária as misérias, nomeadamente ao nível de impostos, de pobreza e atraso económico".

"E o que nós defendemos, CDS, é precisamente uma economia com prosperidade, e só há economia com prosperidade com crescimento económico, só há crescimento económico com empresas saudáveis e só há empresas saudáveis com uma redução de impostos", salientou.

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