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BE critica lentidão do PS e propostas da Direita sobre escola pública

A coordenadora bloquista, Catarina Martins, criticou hoje a lentidão do PS nas respostas aos problemas da escola pública e a proposta da direita de a privatizar, propondo "uma terceira forma de olhar" que é não adiar mais os investimentos fundamentais.

BE critica lentidão do PS e propostas da Direita sobre escola pública

O dia de campanha bloquista foi dedicado aos bons exemplos dos serviços públicos e depois de uma ida à Unidade de Saúde Familiar (USF) da Baixa, em Lisboa, da parte da manhã, a caravana rumou até ao Agrupamento de Escolas de Marrazes, em Leiria, onde os alunos receberam a comitiva de forma entusiástica e barulhenta, entre pedidos de 'selfies' com Catarina Martins, diretos para as suas redes sociais e até pedidos de autógrafos.

"O que é preciso nestas eleições é dar força à defesa da escola pública, força à defesa das condições de quem aqui trabalha e das crianças e jovens do nosso país", defendeu a líder do BE em declarações aos jornalistas, numa sala de artes e longe do rebuliço dos alunos.

Se por um lado o "Governo do PS tem sido muito lento na resposta às necessidades da escola pública ou do SNS", por outro, o projeto da direita, de acordo com a líder do BE, "o que propõe é desmantelar estes serviços com a sua privatização".

"O que nós dizemos é que há uma terceira forma de olhar. Não é nem esquecer os investimentos necessários nem privatizar. É deixar de adiar os compromissos que são fundamentais com a escola e é por isso que estamos cá hoje", defendeu.

O investimento na saúde e na educação, prosseguiu Catarina Martins, é o que "trará crescimento económico e desenvolvimento" a Portugal.

A líder do BE foi particularmente crítica dos "cheques ensino e coisas do género" propostos pela direita, considerando que "basta fazer as contas para perceber que o que propõem é um desconto para os pais que já têm os filhos na escola privada, mas que, para a generalidade das famílias portugueses, que dependem da escola pública, não serve para absolutamente nada".

"Portugal não precisa de desperdiçar recursos com pequenas borlas às famílias mais ricas que optem por colocar os filhos em colégios privados. Estão no seu direito, mas o Orçamento do Estado deve ser concentrado na escola pública", afirmou, assinalando a importância de "vincular professores porque é com um corpo docente estável que se faz exemplos de escola" como a de Marrazes.

"Nestas eleições nós vemos como a direita tenta aproveitar as fragilidades que nós não negamos que existem no SNS e na escola pública para propostas de privatização mais ou menos envergonhada dos serviços públicos fundamentais. A proposta do Bloco de Esquerda é outra", continuou Catarina Martins.

Assegurando não fazer de conta que "está tudo a correr bem", a bloquista quer dar condições à escola pública e ao SNS para funcionar.

"Onde tem havido falta de investimento, onde muito do que é prometido acaba por ficar na gaveta, onde os salários de quem faz a escola têm sido congelados, o que nós propomos uma outra forma de olhar para a escola, para os serviços públicos e um contrato que permite valorizar os professores", sintetizou.

Leia Também: Catarina Martins apela ao voto de quem "defende o SNS"

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