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JPP quer "fiscalização apertada" ao Governo para desmantelar corrupção

O cabeça de lista do Juntos Pelo Povo (JPP) nas eleições legislativas afirmou hoje que uma das suas metas é efetuar uma "fiscalização apertada" à ação do Governo da República, contribuindo para "desmantelar" esquemas de corrupção.

JPP quer "fiscalização apertada" ao Governo para desmantelar corrupção

Numa ação integrada no primeiro dia da campanha das eleições nacionais que se realizam a 30 de janeiro, Élvio Sousa destacou que um dos principais pontos do programa eleitoral do partido "é aquele que tem a ver com a fiscalização apertada ao Governo da República" que vai nortear a sua ação, no caso de ser eleito para a Assembleia da República.

A candidatura do JPP apostou hoje na divulgação do seu programa junto da população da Ribeira Brava, um concelho na zona oeste da ilha da Madeira.

"O JPP é o único partido regional que tem instaurado cerca de 50 processos ao Governo Regional e ao Governo da República para obter documentação, documentação essa que é fundamental para descobrirmos muitas situações que a opinião pública não conhece e, muitas vezes, para comprovarmos esquemas de alegada corrupção".

O cabeça de lista salientou que, com o "trabalho do JPP, comprovadamente, já 'desmantelou' duas redes que, de forma irregular e ilegal justificavam terrenos para a obtenção de fundos comunitários, por via da Inspeção Geral das Finanças" na região.

"O JPP vai intensificar a fiscalização, também, ao Governo da República porque consideramos que esta tarefa, sem medo de colocar em tribunal os Governos para obter documentação, demonstra que há décadas que somos enganados e também demonstra que há esquemas de corrupção desconhecidos da maioria da população", enfatizou.

O JPP surgiu como movimento de cidadãos na freguesia de Gaula, no concelho de Santa Cruz, zona leste da Madeira, ganhando depois maior expressão regional ao vencer três vezes consecutivas a câmara municipal com maioria absoluta, a última das quais em 26 de setembro de 2021.

Em 2015, passou a partido e elegeu cinco deputados à Assembleia Legislativa da Madeira, onde atualmente conta com três representantes, do total de 47 que compõem o parlamento madeirense.

Dezasseis forças políticas concorrem às eleições legislativas de 30 de janeiro pelo círculo da Região Autónoma da Madeira, que elege seis deputados à Assembleia da República, onde atualmente têm assento três representantes do PSD e três do PS.

De acordo com a Comissão Nacional de Eleições (CNE), estão inscritos 256.463 eleitores e as candidaturas admitidas surgem por esta ordem no boletim de voto: Movimento Alternativa Socialista (MAS), MPT -- Partido da Terra, JPP, Alternativa Democrática Nacional (ADN), PSD/CDS-PP, PTP, RIR, Ergue-te, Bloco de Esquerda, CDU (coligação PCP/PEV), Iniciativa Liberal, PS, Livre, PPM, PAN e Chega.

Leia Também: Direitos humanos, habitação, educação. As propostas do PAN em sete áreas

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