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"Parlamento e Governo mantêm, neste momento, a totalidade dos poderes"

Mariana Vieira da Silva respondeu aos jornalistas no briefing que se seguiu ao Conselho de Ministros, garantindo que o "Governo está a cumprir o seu mandato e aquilo que lhe cabe fazer que é continuar a resolver os problemas".

"Parlamento e Governo mantêm, neste momento, a totalidade dos poderes"
Notícias ao Minuto

13:29 - 28/10/21 por Notícias ao Minuto 

Política Mariana Vieira da Silva

"O Parlamento e também o Governo mantêm, neste momento, a totalidade dos seus poderes. Aguardamos com serenidade as decisões que cabem ao Presidente da República", disse, esta quarta-feira, Mariana Vieira da Silva, durante o briefing do Conselho de Ministros, esta quinta-feira, um dia depois do 'chumbo' da proposta do Orçamento do Estado para 2022 no Parlamento. 

"Conforme ontem o primeiro-ministro pôde esclarecer, o Governo está em condições de poder fazer aquilo que se espera. Ter condições para enfrentar os desafios que vivemos e este briefing é, desde logo um exemplo disso - com resposta a medidas no âmbito do aumento do preço dos combustíveis ou no controlo da pandemia que ainda não acabou", destacou, em seguida, a ministra de Estado e da Presidência. 

"Aguardando as decisões" de Marcelo Rebelo de Sousa, "o Governo está a cumprir o seu mandato e aquilo que lhe cabe fazer que é continuar a resolver os problemas e a responder aos desafios que o país tem pela frente".

"O Governo tomará todas as medidas que estiverem ao seu alcance no quadro em que for definido pelo senhor Presidente da República e, portanto, as medidas que não careçam do Orçamento do Estado e que possam ser tomadas pelo Governo, constituindo compromissos que o Governo assumiu e no âmbito das disponibilidades orçamentais que existam, o Governo tomará", vincou.

Recorde-se que o Parlamento 'chumbou' ontem a proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) com os votos contra do PSD, BE, PCP, CDS-PP, PEV, Chega e IL. Na votação na generalidade, no plenário da Assembleia da República, o PS foi o único partido a votar a favor da proposta orçamental, que mereceu as abstenções do PAN e das duas deputadas não-inscritas, Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues.

No total, 108 deputados votaram a favor, cinco abstiveram-se e 117 votaram contra.

[Notícia atualizada às 13h37]

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