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Presidente recebeu, em encontros separados, Moedas e Rangel em Belém

O Presidente Marcelo recebeu, esta terça-feira, o novo presidente da Câmara de Lisboa e o adversário de Rui Rio na corrida à liderança do PSD.

Presidente recebeu, em encontros separados, Moedas e Rangel em Belém

Em curtas notas publicadas no site da Presidência da República informa-se que o chefe de Estado recebeu esta terça-feira no Palácio de Belém dois convidados especiais, embora em encontros separados.

"O Presidente da República recebeu esta tarde em Belém, a pedido deste, o Eurodeputado Paulo Rangel", lê-se na nota com o título 'Presidente da República recebeu Paulo Rangel'.

Quando a 15 de outubro,  Paulo Rangel apresentou publicamente a sua candidatura à liderança e, questionado sobre se informou previamente o Presidente da República e antigo líder do PSD de que se iria candidatar à presidência do PSD, foi claro: "Nunca falei com o Presidente da República sobre esta matéria (...) Aliás, há meses que não falo com o Presidente da República, coisa que até não é muito comum", disse à data.

Numa outra nota, também publicada ao início da noite desta terça-feira no site da Presidência, informa-se que o Presidente da República recebeu o Presidente do Município de Lisboa.

"O Presidente da República recebeu esta tarde em Belém, a pedido deste, o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas", refere a nota.

Saliente-se que, nenhum destes encontros constava na agenda da Presidência da República prevista para esta terça-feira, dia em que a Assembleia da República deu início ao debate, na generalidade, da proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano, num clima 'quente' e de 'chumbo' e eleições à vista.

A este propósito, esta tarde, e após uma reunião no Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (PSP), em Moscavide, o recém-empossado presidente do município de Lisboa afirmou que, apesar de estar "focalizado" na capital, revelou-se "obviamente" preocupado com "uma potencial crise política no país"

"Preocupa-me e penso que todos têm de ser chamados à responsabilidade de que essa crise política é muito má para os portugueses. Portanto, temos de ter muito cuidado, mas sobretudo apelo à responsabilidade, é aquilo que posso fazer", declarou o social-democrata, recusando porém adiantar qual seria o seu sentido de voto na proposta do Governo de OE2022 caso fosse deputado na Assembleia da República.

[Notícia atualizada às 20h18]

Leia Também: Crise política à vista? "Sinto que fiz o que tinha a fazer"

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