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"É triste que Portugal esteja dependente dos votos da extrema-Esquerda"

Para Francisco Rodrigues dos Santos, líder do CDS, "este já era um péssimo Orçamento para o país". "Agora, vai ficar ainda pior se for aprovado com os votos do Bloco de Esquerda", acrescentou.

"É triste que Portugal esteja dependente dos votos da extrema-Esquerda"

muito triste e verdadeiramente dramático que um país moderno e evoluído como é Portugal esteja dependente dos votos da extrema-Esquerda para aprovar um Orçamento do Estado". Esta foi a resposta dada por Francisco Rodrigues dos Santos, líder do CDS, quando questionado pelos jornalistas, este domingo, na Trofa, sobre a sua visão sobre o possível 'chumbo' do documento, seguido de umas eventuais eleições antecipadas.

Para o líder centrista, "a receita que a Esquerda tem defendido para Portugal é de aumento de impostos, empobrecimento das famílias, perseguição da iniciativa privada e de impedimento que se crie riqueza e postos de trabalho no nosso país".

A "fórmula", no entender de Francisco Rodrigues dos Santos, deveria ser "completamente diferente do que esta que está a ser ensaiada à Esquerda", uma vez que, acrescentou, "o que tem acontecido nos últimos seis anos é que, sempre que se aproxima a aprovação do Orçamento do Estado no Parlamento, existe uma teatralização e uma dramatização para que a Esquerda suba a parada, para que o PS seja obrigado a ceder e o OE cozinhado ainda mais à Esquerda, saindo pior que a versão preliminar". 

Este já era um péssimo Orçamento para o país. Agora, vai ficar ainda pior se for aprovado com os votos do Bloco de Esquerda

E mais. "Este já era um péssimo Orçamento para o país. Agora, vai ficar ainda pior se for aprovado com os votos do Bloco de Esquerda, que exigirá um agravamento das condições económicas do país, empobrecimento das famílias e de aumento de impostos", terminou o presidente do CDS. 

Recorde-se que, na noite deste sábado, o Presidente da República apontou, na antena da SIC e da RTP, que estamos "no começo do começo da viragem" e que "se no começo do começo da viragem temos problemas que afetam a viragem, não é uma boa notícia"

Já quanto a eleições antecipadas, Marcelo preferiu "não admitir esse caminho, neste momento". "Para mim, o caminho é o caminho do orçamento, da luz verde, e passar. Tudo o que e seja estar já a admitir que o caminho principal é o contrário, acho que é mau", asseverou ainda.

[Notícia atualizada às 17h26]

Leia Também: 'Maratona' em Belém acaba com PS a querer dialogar e o 'chumbo' a pairar

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