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Jerónimo de Sousa avisa Governo que intenções têm de "sair do papel"

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, avisou hoje o Governo e o PS que é preciso que as intenções "saiam do papel" e disse que a direita sonha com o "retrocesso" aos cortes da `troika´.

Jerónimo de Sousa avisa Governo que intenções têm de "sair do papel"
Notícias ao Minuto

20:13 - 18/06/21 por Lusa

Política PCP

Num debate com jovens, em Lisboa, Jerónimo de Sousa criticou PSD e CDS e "os seus sucedâneos Chega e Iniciativa Liberal" que "sonham com o retrocesso aos tempos do roubo de direitos, do corte nos rendimentos, da destruição dos serviços públicos e das funções sociais do Estado".

A direita, disse, convoca "até aqueles que foram os principais responsáveis pelos mais difíceis tempos da política de direita", que "exauriram o Serviço Nacional de Saúde e a escola pública" a "mando da `troika´, aqueles que desregularam as relações laborais, cortaram feriados e aumentaram o horário de trabalho" para "virem agora à liça com promessas de cortar a direito, nas ditas reformas estruturais".

Quanto a essas promessas, "o povo português já está avisado", considerou, defendendo que a questão agora é saber quais são as opções do Governo PS.

"Se quer continuar amarrado a tais ditames, imposições e interesses, ou se decide agarrar os instrumentos que tem, designadamente ao nível do Orçamento do Estado" e "dá as respostas que se impõem", disse.

Para o PCP, "não basta o Governo e o PS afirmarem que não querem regressar atrás", exigindo-se que "as intenções saiam do papel e, em vez de canalizar milhões para o grande capital, respondam aos problemas de quem precisa".

O secretário-geral comunista elencou as medidas que considerou prioritárias, começando pela contratação de "todos os trabalhadores em falta da escola pública", um "ataque de frente" à precariedade e a revogação da suspensão temporária dos prazos de caducidade da contratação coletiva.

Perante os jovens da JCP, Jerónimo de Sousa disse estranhar que o Governo tenha anunciado um Plano de Recuperação de Aprendizagens "com muitos milhões" mas que, depois de lido, "não se perceba o que se vai fazer, quando se vai fazer e quantos profissionais se vão contratar para o efeito".

Leia Também: PCP em frontal oposição às medidas restritivas na Grande Lisboa

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