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"Devemos ao sistema de patentes o facto de termos vacina ao fim de 1 ano"

Paulo Portas defende que os direitos intelectuais das vacinas contra a Covid-19 não devem ser suspensos. Contudo, admite que o resultado desta posição reflete-se na localização da maior parte das vacinas inoculadas.

"Devemos ao sistema de patentes o facto de termos vacina ao fim de 1 ano"

Paulo Portas analisou, este domingo, no seu espaço de comentário semanal no Jornal das 8, da TVI, a questão dos direitos intelectuais das vacinas contra a Covid-19, numa altura em que a União Europeia (UE) defende que há questões mais “urgentes” a tratar do que a suspensão das patentes.

Para o centrista, “nós devemos ao sistema de patentes e ao incentivo que ele dá à investigação o facto de termos vacinas ao fim de um ano de pandemia”. Por isso, “se não existisse um direito de patentes não havia um incentivo nem a investigar, nem a comercializar”.

Contudo, o antigo vice-primeiro-ministro admitiu que esta opção traz um problema: “80% das vacinas administradas estão no hemisfério Norte ou nas economias desenvolvidas”.

Apesar disso, Paulo Portas defendeu que “a Europa é a menos responsável pela escassez de vacinas, porque é a que mais exporta”. “Exportou 180 milhões de doses. Os EUA não exportam, ao abrigo de leis de defesa. O Reino Unido não exporta”, recordou ainda o comentador.

Já sobre a vacinação contra a Covid-19 em Portugal, o antigo governante relembrou que, nas próximas 48 horas, devemos atingir os “4 milhões de doses inoculadas”, visto que, neste momento já foram administradas, segundo a DGS, 3.845 milhões.

Leia Também: Posição da UE sobre as patentes das vacinas "é insuportável, intolerável"

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