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Jorge Coelho, "uma figura incontornável da política nacional"

A ministra de Estado e da Presidência lamentou hoje a morte de Jorge Coelho, "uma figura incontornável da política nacional" que em todas as áreas da sua vida mostrou "enorme dedicação e um espírito combativo ímpar".

Jorge Coelho, "uma figura incontornável da política nacional"
Notícias ao Minuto

21:42 - 07/04/21 por Lusa

Política Mariana Vieira da Silva

Em comunicado, Mariana Vieira da Silva "lamenta profundamente a morte do ex-ministro Jorge Coelho, que assumiu a pasta da Presidência do Conselho de Ministros no XIV Governo Constitucional", apresentando sentidas condolências à família e amigos.

Na perspetiva da ministra, "Jorge Coelho é uma figura incontornável da política nacional" e teve ainda "uma carreira ligada igualmente à administração pública", destacando-se também "como dirigente partidário, analista político e empresário, demonstrando sempre, em todas as esferas da sua vida, grande entusiasmo, enorme dedicação e um espírito combativo ímpar".

Na mesma nota, Mariana Vieira da Silva referiu ainda que Jorge Coelho foi eleito seis vezes deputado à Assembleia da República, pelo PS, e exerceu vários cargos no Governo entre 1995 e 2001.

Jorge Coelho, ministro dos governos liderados por António Guterres entre 1995 e 2002, morreu hoje, segundo fonte do PS, vítima de paragem cardíaca fulminante.

O socialista foi ministro de três pastas: ministro Adjunto; ministro da Administração Interna; ministro da Presidência e do Equipamento Social.

A partir de 1992, com Guterres na liderança, Jorge Coelho foi secretário nacional para a organização, contribuindo para a vitória eleitoral dos socialistas nas legislativas outubro de 1995.

Nascido em 17 de julho de 1954, em Mangualde, distrito de Viseu, Jorge Coelho era empresário, mas continuou sempre a acompanhar a atividade política, como comentador de programas como a Quadratura do Círculo, na SIC Notícias e TSF, mas também como cidadão.

Jorge Coelho marcou a atividade política ao demitir-se do cargo de ministro do Equipamento do executivo de António Guterres após a queda da ponte de Entre-os-Rios em 04 de março de 2001, alegando que "a culpa não pode morrer solteira".

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