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País pode dar "novo passo" no desconfinamento, mas com "cautela máxima"

Fernando Medina destaca os dados positivos da pandemia no país, que levará o Governo a dar o próximo passo no plano de desconfinamento. No entanto, alerta que é preciso "cautela máxima" para evitar o que se passou em janeiro.

País pode dar "novo passo" no desconfinamento, mas com "cautela máxima"

Fernando Medina destacou, no seu habitual espaço de comentário na TVI24, que a evolução dos dados da pandemia em Portugal "é positiva", com a redução do número de novos casos de Covid-19 por 100 mil habitantes.

O autarca socialista afirmou que, nesse sentido, "tudo aponta que vamos chegar ao final do mês de março bem dentro das margens de segurança que o Governo definiu". Isto é, "iremos chegar em condições de darmos mais um passo relativamente ao processo de desconfinamento", apontou Medina, embora reconhecendo que todo este processo está "envolto em muitos riscos". 

Aliás, na ótica do autarca, "o risco maior decorre da própria falsa sensação de segurança que se apropria das pessoas", situação que "nos aconteceu a todos por altura do Natal".

"No fundo, os comportamentos sociais vão relaxando e, com mais desconfinamento, mais interação social e sobretudo mais interação familiar - um dos pontos que para nós foi mais complicado no Natal - levou a um crescimento muito grande" do número de casos, recordou. 

Agora, e tendo em conta a melhoria da situação pandémica, Fernando Medina acredita que o país vai dar um novo passo do plano de desconfinamento, mas "sempre com um grande alerta". "É sempre um equilíbrio precário, um avanço provisório que pode voltar atrás caso a situação fuja ao controlo". 

O autarca sublinhou que a situação de Portugal merece especial cautela porque o país se encontra em contraciclo com o que está a acontecer no resto da Europa, com a maior parte dos países a apertar novamente as restrições.

Medina recordou que na primeira e na segunda fase desta pandemia Portugal foi, de certa forma, "avisado" por aquilo que se estava a passar nos outros países, um "susto" que nos levou a confinar cedo.

Ora, no Natal o mesmo não aconteceu porque, argumentou, "fomos o segundo país, a seguir à Irlanda, onde a estirpe inglesa atingiu com a máxima força". 

Fernando Medina defendeu ainda que, para se evitar uma situação como aquela que foi vivida em janeiro, é preciso "cautela máxima". 

O primeiro-ministro, sublinhe-se, alertou esta terça-feira que, apesar de a situação epidemiológica se manter estável com a redução do número de casos de Covid-19, o risco efetivo de transmissão está a aumentar. Por isso, e "não obstante o desconfinamento em curso, é muito importante manter todas as cautelas e aplicar as medidas de prevenção". 

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