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Abstenção "razoável", diz Vitorino Silva. "Estou muito orgulhoso"

O candidato Vitorino Silva reagiu à projeção da abstenção destas Presidenciais, marcadas pela pandemia.

Abstenção "razoável", diz Vitorino Silva. "Estou muito orgulhoso"

Vitorino Silva considerou "razoável" a abstenção nestas eleições Presidenciais, tendo em conta as projeções avançadas pelas televisões que prevêem uma taxa entre 50% e os 60%

O candidato presidencial lembrou que "há cinco anos não havia covid" e, mesmo assim, e "os resultados são quase iguais". "O povo português disse presente e percebeu que a democracia está em risco, estou muito orgulhoso", destacou.

Tino de Rans - como é conhecido - aproveitou para recordar aqueles que não puderam votar neste sufrágio, pedindo alterações para que os emigrantes não fiquem de fora deste exercício. 

Vitorino Silva vai passar a noite eleitoral na sua terra natal, numa garagem nas proximidades da sua residência. 

A sondagem da Universidade Católica para a RTP dá uma taxa de abstenção entre os 50% e os 55%, a projeção da TVI antecipa uma taxa de abstenção entre os 54,5% e os 58,5%, as previsões do ISCTE-ICS para a SIC apontam para um intervalo entre os 56% e os 60% e a projeção da CMTV antecipa números entre os 54% a 58%.

Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP e atual titular do cargo) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre), que aparecem por esta ordem no boletim.

A afluência às urnas às 16h00 nas presidenciais de hoje em Portugal, 35,4%, é a segunda mais baixa desde as eleições de 2006, ano em que este número passou a ser divulgado pela administração eleitoral. Este valor só foi inferior em eleições presidenciais em 2011, quando a afluência às 16:00 foi de 35,1%, e é 2,3 pontos percentuais abaixo das eleições de há cinco anos.

Nas presidenciais de 2016, que elegeram Marcelo Rebelo de Sousa, tinham votado 37,7% até às 16h00, numas eleições em que a abstenção global subiu aos 51,3%.

Em 2006, nas presidenciais ganhas por Aníbal Cavaco Silva, a afluência às urnas até às 16:00 foi de 45,7%. A abstenção nestas eleições foi de 53,48%.

Cinco anos depois, em 2011, da reeleição de Cavaco Silva, votaram, até às 16h00, 35,1% dos eleitores. Nesse ano, 53,5% dos eleitores não votaram. A administração eleitoral começou a divulgar em 2006, de forma sistemática, a afluência às urnas às 12h00 e às 16h00.

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