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"O voto não se faz com máquina de calcular, o voto faz-se por convicção"

A candidata presidencial bloquista, Marisa Matias, considerou hoje que "nada está decidido" e que a "solidariedade vai vencer o ódio e o insulto", defendendo que "o voto não se faz com uma máquina de calcular", mas por convicção.

"O voto não se faz com máquina de calcular, o voto faz-se por convicção"
Notícias ao Minuto

23:08 - 22/01/21 por Lusa

Política Presidenciais

Na derradeira ação de campanha da recandidata a Belém apoiada pelo BE, o Convento de São Francisco, em Coimbra, foi o espaço escolhido por Marisa Matias para um último apelo ao voto e uma longa lista de agradecimentos por uma campanha feita para "mostrar que a dignidade e os direitos estão acima de tudo".

"Sabemos que nada está decidido, sabemos que houve tanta gente que já percebeu e nós já percebemos que a campanha virou. Houve muita gente que quis fazer desta campanha a campanha do ódio e do insulto, mas a solidariedade está a ganhar", enalteceu.

"O voto não se faz com uma máquina de calcular, o voto faz-se por convicção e é por isso que estas pessoas se mobilizam", defendeu.

A eurodeputada bloquista insistiu uma e outra vez que nada está decidido e numa ideia que tem vindo a defender nos últimos dias.

"Se toda a esquerda for votar conseguimos, se toda a esquerda for votar a solidariedade vence mesmo o insulto, o medo, o ódio", apelou.

O que está em causa nas eleições presidenciais de domingo, na perspetiva de Marisa Matias, é "o voto pelo SNS, contra a precariedade, pela igualdade entre homem e mulheres".

Nestes "meses duros e de dificuldades", numa corrida eleitoral durante a qual percorreu "milhares de quilómetros", em cada paragem, a recandidata apoiada pelo BE viu um "exemplo de um povo a lutar, sem baixar os braços e sem desistir do essencial".

"Vi um povo que tem a certeza de ainda vamos a tempo de virar o jogo e este é mesmo o jogo das nossas vidas, não é um jogo de fingir", defendeu.

O batom vermelho do insulto de André Ventura não foi esquecido e Marisa Matias começou, em língua gestual, a dizer "vermelho em Belém".

"Sorriso nos lábios, orgulho no voto e vermelho em Belém", pediu, para domingo.

Antes das "janelinhas" que aparecem com os participantes que estão, desde casa, a assistir aos comícios virtuais em tempos de pandemia, o ecrã gigante atrás do púlpito tinha uma imagem com a fotografia de Marisa Matias, onde todo o rosto estava a preto e branco, à exceção dos lábios, vermelhos.

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