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"Vergonha e insulto". Barbosa Ribeiro e o "evento criminoso" de Ventura

Tiago Barbosa Ribeiro, deputado do PS, recorreu às redes sociais para deixar uma crítica veemente ao jantar comício onde o candidato presidencial reuniu cerca de 160 pessoas.

"Vergonha e insulto". Barbosa Ribeiro e o "evento criminoso" de Ventura

"Há momentos em que não é possível calar a indignação...!" É desta forma que Tiago Barbosa Ribeiro, deputado do PS, reage ao jantar-comício de André Ventura, onde o candidato presidencial juntou cerca de 160 pessoas em Braga.

"Este evento criminoso aconteceu contra o parecer das autoridades de saúde, durante o pico mais grave da pandemia, num dia com 10.385 novos casos e 152 mortes a lamentar" e "num contexto de brutal pressão sobre os serviços de saúde e com todo o país a enfrentar severas restrições", acrescentou ainda Barbosa Ribeiro.

Na opinião do socialista, este encontro foi "uma vergonha e um insulto aos portugueses, aos que lutam contra a doença, aos que perderam familiares e amigos, aos cidadãos de bem que são cumpridores e aos que lutam para manter o seu ganha-pão".

De recordar que cerca de 160 apoiantes do candidato presidencial do Chega reuniram-se este domingo em ambiente festivo, num jantar/comício, em Braga, com música e cânticos, uma iniciativa que a candidatura afirma cumprir as regras da Direção-Geral de Saúde.

"Todos os eventos que estamos a realizar são feitos através das distritais, que contactam aDireção-Geral de Saúde (DGS), com os dados e o cumprimento de todas as regras de distanciamento, das mesas e dos lugares nas mesas", disse o diretor de campanha, mandatário nacional de André Ventura e membro da direção nacional do Chega, Rui Paulo Sousa.

Apesar do "dever geral de recolhimento domiciliário",Rui Paulo Sousa argumentou que o evento é "um comício político que, pela lei, é permitido". "Não está cancelado, apesar do estado de confinamento. Obviamente que as pessoas cantam, falam, exprimem-se porque é um evento político", frisou.

Segundo a RTP, Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) tinha dado um parecer negativo ao evento que foi depois confirmado pelo delegado a Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN), mas o ACES Braga só já durante o dia de domingo terá tido conhecimento do documento, tal como a Guarda Nacional Republicana.

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