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Alter do Chão e Fernão Ferro são "vexame inaceitável" para a GNR

O líder do CDS Francisco Rodrigues dos Santos pede explicações ao MAI e ao primeiro-ministro sobre estes dois episódios.

Alter do Chão e Fernão Ferro são "vexame inaceitável" para a GNR

Francisco Rodrigues dos Santos pediu, esta segunda-feira, explicações ao primeiro-ministro sobre uma ocorrência em Alter do Chão onde, alegadamente, a GNR não tinha meios suficientes para parar com uma festa ilegal de casamento e sobre o tiroteio em Fernão Ferro, onde dois militares ficaram feridos.

Numa publicação partilhada na sua página de Facebook, o líder do CDS-PP começou por recordar as duas situações e considerou que estas constituem "um vexame inaceitável para as nossas forças de segurança".

De acordo com o centrista, a resposta das autoridades devia ser a oposta à adotada. Em vez de mandarem fechar as portas dos postos em causa e colocarem os agentes com coletes anti-balas, deviam "abrir as portas das esquadras, reforçar patrulhas, proteger a autoridade dos agentes, capacitar as polícias dos meios humanos e materiais para enfrentar quem ameaça a segurança dos cidadãos, a paz social e a ordem pública, e submeter a um juiz os infratores da Lei", defendeu Chicão nas redes sociais.

Na mesma publicação, Francisco Rodrigues dos Santos escreveu que o "silêncio" do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita comprova, "uma vez mais, a sua incompetência para o exercício do cargo e coloca a nu a falta de uma política consistente de segurança pública", e salientou que, se este já não consegue levar a cabo o seu trabalho, o primeiro-ministro deve "explicar ao país como é que este tipo de situações ocorrem, aliás, com cada vez maior frequência".

"Ao Governo exige-se que governe, que guarde quem nos guarda, que restaure a autoridade pública das nossas polícias e que clarifique o que se propõe fazer, no imediato, para punir os autores destes crimes, para dotar as forças de segurança com os meios humanos e materiais para o cumprimento da sua missão, e acabar com o clima de impunidade que vai grassando no nosso país e coloca em risco a segurança dos nossos concidadãos", atirou.

Leia Também: "Conflito entre PSP e GNR" gera incidente com vacina. MAI pede inquérito

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