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Helena Marques. Parlamento manifesta pesar pela morte da escritora

A Assembleia da República aprovou hoje, por unanimidade, um voto de pesar apresentado pelo PS pela morte da escritora e jornalista Helena Marques, que morreu no passado dia 19 de outubro, aos 85 anos.

Helena Marques. Parlamento manifesta pesar pela morte da escritora
Notícias ao Minuto

22:12 - 28/10/20 por Lusa

Política Óbito

"Helena Marques dedicou-se ao jornalismo, profissão que exerceu durante 36 anos, começando a sua carreira no Diário de Notícias da Madeira e terminando o seu percurso profissional no Diário de Notícias, no qual exerceu funções como diretora-adjunta. O seu percurso rico e diversificado pelo jornalismo valeu-lhe, em 1986, o Prémio Jornalista do ano, da Revista Mulheres, e o prémio Gazeta de Mérito, em 2013", refere o voto.

O texto do PS recorda ainda o percurso de Helena Marques enquanto escritora: "Ficou conhecida por diversas obras de ficção, a primeira das quais "O Último Cais", de 1992, que lhe valeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Revista Ler/ Círculo de Leitores, o Prémio Máxima de Revelação, o Prémio Procópio de Literatura e o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa".

Seguiram-se nos anos seguintes, outros títulos, nomeadamente "A Deusa Sentada", "Terceiras Pessoas", "Os Íbis Vermelhos da Guiana", "Ilhas Contadas" e "O Bazar Alemão", que fizeram de Helena Marques uma das escritoras portuguesas consagradas e acarinhadas pelo público.

Em 2001, a escritora e jornalista foi agraciada pelo Presidente da República com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

"A Assembleia da República, presta a sua homenagem a Helena Marques pelo seu percurso profissional e intervenção cultural, transmitindo ao seus familiares e amigos as suas mais sentidas condolências", acrescenta o voto hoje aprovado.

Escritora e jornalista, de origens madeirenses, Helena Marques nasceu em Carcavelos, em 1935, tendo dedicado a vida profissional ao jornalismo e à escrita.

Era mãe do editor Francisco Camacho, do grupo Leya, do jornalista Pedro Camacho, ex-diretor de Informação e atual diretor de Inovação e Novos Projetos da agência Lusa, do antigo jornalista Paulo Camacho e da tradutora Joana Camacho. Foi casada com o jornalista Rui Camacho (1936-2014), antigo chefe de redação da ANOP - Agência Noticiosa Portuguesa, que esteve na origem da agência Lusa.

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