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"Recuperação tem de permitir acelerar futuro. Temos de sair mais fortes"

O primeiro-ministro deu esta tarde de quarta-feira o 'pontapé de saída', no Parlamento, ao debate sobre o Plano de Recuperação e Resiliência, sublinhando no seu discurso que a resposta à crise é um desígnio que exige unidade.

"Recuperação tem de permitir acelerar futuro. Temos de sair mais fortes"

Já arrancou o primeiro debate temático (sem direito a perguntas) entre o primeiro-ministro e os deputados, no Parlamento, após o fim dos quinzenais. Em cima da mesa, está hoje o Plano de Recuperação e Resiliência que Portugal vai apresentar à União Europeia, as negociações do Orçamento de Estado de 2021 e os próximos passos a dar no combate à pandemia da Covid-19, numa altura que se fala de uma segunda vaga.

Coube ao primeiro-ministro o 'pontapé de saída', destacando no seu discurso que estamos "perante um triplo desafio: controlar a pandemia; recuperar da crise económica e social que a Covid gerou; e garantir que, com a recuperação, construímos um futuro mais robusto, com menos desigualdades, mais próspero, mais coeso e mais sustentável".

Por isso, salientou António Costa, "é fundamental dispormos de uma Visão Estratégica com um horizonte duradouro, que seja um guia orientador das políticas públicas e um quadro inspirador dos agentes económicos, da comunidade científica, do setor social e da cidadania".

Garantiu ainda Costa, que "o trabalho desenvolvido pelo professor António Costa Silva oferece-nos nos seus 10 eixos de atuação uma base sólida e ambiciosa para enfrentar o desafio da recuperação com os olhos postos no futuro" e advertiu que "a recuperação não pode significar regressar onde estávamos em fevereiro deste ano. A recuperação tem de nos permitir acelerar o futuro. Temos de sair desta crise mais fortes. Com serviços públicos mais eficientes, empresas mais capitalizadas e produtivas, com emprego mais qualificado e com melhores salários".

Mais, prosseguiu: "Temos de ser mais exigentes olhando no médio e longo prazos. Estes desafios não se esgotam na emergência de saúde pública, nem na urgência de proteger rendimentos, empregos e empresas", concluiu.

Recorde-se que, o Parlamento debate esta tarde o Plano de Recuperação e Resiliência, cujas linhas gerais foram apresentadas na segunda-feira aos partidos e mereceram várias críticas da Esquerda à Direita.

O debate de hoje, o primeiro desde que acabaram os quinzenais com o primeiro-ministro, arrancou pelas 15h00. Na bancada do Governo estão também hoje a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, o ministro de Estado e da Economia, Pedro Siza Vieira, e o ministro do Planeamento, Nelson de Souza.

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