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"A Presidência não pode ser um carro vassoura dos erros do Executivo"

O candidato da Iniciativa Liberal às eleições presidenciais do próximo ano acusou Marcelo Rebelo de Sousa de não ter sido isento durante o seu mandato.

"A Presidência não pode ser um carro vassoura dos erros do Executivo"

Tiago Mayan, candidato pela Iniciativa Liberal à corrida a Belém, fez durante a noite deste sábado, o primeiro ataque a Marcelo Rebelo de Sousa. Apesar do Chefe de Estado ainda não ter anunciado a sua recandidatura à Presidência, o advogado não perdeu tempo e acusou Marcelo de ter, durante o seu mandato, "disfarçado os piores momentos da governação socialista".

Num texto divulgado nas redes sociais, o candidato às eleições presidenciais de 2021 acusa o Presidente da República de não ter sabido, ao longo dos últimos quatro anos, "se posicionar no patamar de isenção que a função lhe impunha", quando os portugueses "esperavam verdade, exigência e responsabilidade" do seu Chefe de Estado. 

"Aparecer sempre a prometer apurar tudo sem que se garanta que de facto algo muda. A Presidência não pode funcionar como carro vassoura dos erros do Executivo", atirou Tiago Mayan. 

Ainda na publicação em causa, o candidato portuense deixou uma infografia, na qual enumerou alguns momentos-chave do mandado presidencial em que "Marcelo, o apurador" disse publicamente que era necessário "apurar" sem que, depois, se verificassem os resultados dessa averiguação. Entre os momentos apontados, destacam-se os incêndios de Pedrógão Grande, o aluimento da estrada perto das pedreiras de Borba, o furto das armas militares em Tancos e, mais recentemente, as causas do descarrilamento ferroviário em Soure.

Tiago Mayan Gonçalves anunciou, no passado dia 25 de julho, que era o "primeiro candidato genuinamente liberal" à Presidência da República, formalizando a sua entrada na corrida a Belém, apoiado pela Iniciativa Liberal, partido do qual é membro fundador.

O advogado, de 43 anos, nascido e criado no Porto, afirmou também, na altura, que se candidatava "para que um grande espaço político" tivesse "em quem votar". Esse espaço político, caracterizou, "congrega liberais mas também pessoas que não se revêem num Presidente [Marcelo Rebelo de Sousa] que abdicou de o ser".

O membro fundador da Iniciativa Liberal - que atualmente preside ao Conselho de Jurisdição - manifestou ainda "muito orgulho em ter o apoio do partido que trouxe uma forma diferente de pensar e de fazer política a Portugal".

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