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Orçamento da Saúde para 2021 "pode ser o mais difícil", admite ministra

Marta Temido revelou esta manhã que o Governo irá dar prioridade aos cuidados de saúde primários e às redes de cuidados continuados no Orçamento para a Saúde para 2021.

Orçamento da Saúde para 2021 "pode ser o mais difícil", admite ministra

A ministra Marta Temido confessou, esta sexta-feira, não prever facilidades nas negociações internas das verbas orçamentais para um investimento no Serviço Nacional de Saúde (SNS), apesar do consenso nacional quanto a esta matéria. "Pode ser o mais difícil", sublinhou, esta manhã, em entrevista à TSF

Sobre o Orçamento da Saúde para 2021, a ministra da Saúde adiantou também que vai ser dada prioridade aos cuidados de saúde primários, sendo que os centros de saúde deverão sair reforçados, graças aos fundos do plano europeu de recuperação económica, aprovado esta semana em Bruxelas.  

Ainda no que diz respeito aos cuidados de saúde primários, o Executivo quer, segundo a governante, dotá-los de mais valências, sobretudo, na área do diagnóstico e na capacidade de os médicos de família visitarem doentes em lares e outros espaços idênticos. 

A rede de cuidados continuados será outra aposta neste orçamento, estando em cima da mesa a construção de mais de cinco mil destas unidades de saúde, que serão geridas por privados ou pelo setor social, em serviços contratualizados com o Estado.

Marta Temido revelou ainda que a preparação do Orçamento do próximo ano, bem como do programa de recuperação económica, cujo prazo de conclusão é em outubro

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