Meteorologia

  • 09 AGOSTO 2020
Tempo
27º
MIN 18º MÁX 28º

Edição

CDS critica partidos "pisca pisca". PSD é o "parceiro preferencial"

O presidente do CDS, Francisco Rodrigues dos Santos, criticou hoje, em Ponte de Lima, os partidos "pisca pisca" e afirmou que os democratas-cristãos elegerão sempre o PSD como o seu "parceiro preferencial".

CDS critica partidos "pisca pisca". PSD é o "parceiro preferencial"
Notícias ao Minuto

22:34 - 04/07/20 por Lusa

Política CDS

Num discurso de mais de 40 minutos no Conselho Nacional da Juventude Centrista, o líder do CDS disse ainda que os adversários do CDS são a esquerda e todos os extremismos, tanto de direita como de esquerda.

"Sempre fomos um partido aberto a consensos e a convergências políticas. Somos um partido que elegerá sempre o PSD como o seu parceiro preferencial, onde haverá uma dicotomia muito clara: o PSD que cresça ao centro e deixe a direita para o CDS continuar a somar os seus votos", referiu.

De forma irónica, o líder do CDS disse que há uma "célebre música" de Rute Marlene que "começa a fazer um bocadinho de escola" na vida política nacional.

"Há partidos que olham para a esquerda e pisca pisca, olham para a direita e pisca pisca", referiu.

Da parte do CDS, vincou, o partido está onde sempre esteve, "a representar a única direita democrática e popular em Portugal e a dar guarida a todos aqueles que queiram um projeto alternativo ao socialismo para Portugal".

Já para as próximas eleições autárquicas, os adversários do CDS estão definidos: a esquerda mas também "todos os extremismos", tanto à direita como à esquerda.

"E vamos combatê-los [os extremismos] com a mesma energia, porque o CDS foi sempre a fronteira dos radicalismos, dos extremismos, fosse à esquerda, fosse à direita", vincou.

Disse ainda que, em 2021, o CDS "lá estará" a comemorar os resultados eleitorais.

"No final, vamos contar mandatos autárquicos. Enquanto uns loucamente e até de forma um bocadinho tola celebram sondagens, o CSD lá estará, em 2021 para comemorar resultados eleitorais", referiu.

Na sua intervenção, Rodrigues dos Santos voltou a questionar a solução para a TAP, por ainda não ser conhecido o plano para a viabilização da empresa, e a nacionalização de empresas em dificuldades, como a Efacec.

Para o presidente do CDS, o Governo não deve nacionalizar empresas, antes deve pôr em prática um "patriotismo económico", com uma política fiscal de atraia investimento.

Criticou ainda o líder do PSD, Rui Rio, pela sua proposta para o fim dos debates quinzenais na Assembleia da República.

Para Francisco Rodrigues dos Santos, os debates são "um dos mais importantes instrumentos" para fiscalização da atividade do Governo.

Recomendados para si

Seja sempre o primeiro a saber.
Acompanhe o site eleito pelo quarto ano consecutivo Escolha do Consumidor.
Descarregue a nossa App gratuita.

Apple Store Download Google Play Download

Campo obrigatório