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"Garcia de Orta acumula problemas". PSD pede esclarecimentos ao Governo

A falta de profissionais de saúde e a degração dos balneários da unidade hospitalar são os maiores problemas identificados pelos deputados.

"Garcia de Orta acumula problemas". PSD pede esclarecimentos ao Governo

Os deputados da bancada do PSD, eleitos pelo circulo de Setúbal, manifestaram-se, esta quarta-feira, preocupados com o agravamento de "dois problemas" no serviço prestado pelo Hospital Garcia de Orta, em Almada: "O número insuficiente de profissionais de saúde e a degradação dos balneários do hospital". 

“As equipas de urgência do Hospital Garcia de Orta estão, neste momento, claramente diminutas. Foram dispensados prestadores de serviços antes da pandemia de Covid-19 e, já no contexto desta, foram chamados médicos de outras especialidades, que habitualmente não fazem urgência geral, para fazerem urgência com os profissionais de Medicina Interna. Os balneários do hospital, que estavam totalmente degradados, não reunindo as mínimas condições de utilização pelos profissionais de saúde, estão a ser alvo de obras de requalificação. Porém, face ao número de utilizadores, continuam a ser necessários mais balneários”, denunciam os representantes. 

Exigindo esclarecimentos ao Governo, em particular à ministra da Saúde, os parlamentares social-democratas querem saber se, “terminado o estado de calamidade", o Executivo vai garantir "a não redução das equipas de urgência do Hospital Garcia de Orta, mantendo aí a colaboração de todas as especialidades”.

Fernanda Velez, Fernando Negrão e Nuno Carvalho perguntam também à tutela se vai reforçar o número “de equipamentos de proteção individual” e se vai aumentar "o número de balneários" na unidade de saúde em causa. Por fim, os três deputados pedem uma justificação para o facto de o Governo ainda não ter construído, "até à presente data", o "edifício de ambulatório" para o hospital.

Ainda nas questões dirigidas ao Executivo, os deputados da bancada do PSD recordam que, em 2003, a unidade de saúde foi classificada como Hospital Central, "a única na margem sul do Tejo", e que, atualmente, serve as populações dos concelhos de Almada e Seixal, com um total de 333.299 habitantes.

"Acresce que, em algumas valências, a sua zona de influência extravasa largamente estes dois concelhos, estendendo-se a toda a Península de Setúbal, nomeadamente nas áreas de especialidade de Neonatologia e Neurocirurgia. Dispõe de Serviços de referência que apoiam regularmente outros hospitais como a Pediatria, Obstetrícia, Cirurgia Vascular, Cardiologia, Hematologia, Endocrinologia, Medicina Nuclear, Reumatologia, Ortopedia, Neurorradiologia, Nefrologia, entre outros", é sublinhado. 

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