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PCP quer medidas "urgentes" para evitar fim do Centro Dramático de Évora

O PCP reclamou hoje medidas "urgentes" do Governo para evitar uma eventual cessação da atividade do Centro Dramático de Évora (Cendrev), que corre "risco de insolvência" por "falta de apoios" do executivo.

PCP quer medidas "urgentes" para evitar fim do Centro Dramático de Évora
Notícias ao Minuto

12:34 - 29/05/20 por Lusa

Política Évora

Numa pergunta entregue na Assembleia da República e endereçada à ministra da Cultura, Graça Fonseca, as deputadas do PCP Vera Prata e Ana Mesquita querem saber "que avaliação faz o Governo de uma eventual cessação da atividade desta companhia" profissional de teatro "na oferta cultural do distrito e da região".

"Que medidas urgentes vai tomar o Governo para evitar o fim deste projeto artístico fundador da descentralização cultural no país", questionam também as deputadas do grupo parlamentar comunista, no documento enviado hoje à agência Lusa.

A Direção da Organização Regional de Évora (DOREV) do PCP, num comunicado enviado também hoje à agência Lusa, a propósito desta pergunta das deputadas, lembrou que o Cendrev "é uma das companhias de teatro que, embora tenham tido a sua candidatura elegível no último concurso de apoio às artes, não beneficiou do respetivo apoio".

O que aconteceu "porque o Governo disponibilizou uma verba que só permitiu financiar uma parte dos projetos apresentados", disse.

Após "várias reuniões" realizadas com o Ministério da Cultura e a Direção-Geral das Artes (DGArtes) "ficou acordado discutir e assinar um protocolo" com o Cendrev que "definiria os termos de um apoio ao projeto em 2020 e previa a sua renovação para 2021, situação que se veio a alterar devido ao surto epidémico" do novo coronavírus (SARS-CoV-2), que provoca a doença covid-19.

Na pergunta dirigida à ministra da Cultura, as duas deputadas do PCP alegam que, "naturalmente, esta situação coloca esta companhia de teatro numa situação limite, com risco de insolvência, pondo em causa 12 postos de trabalho".

"Acresce que esta companhia cumpriu rigorosamente as obrigações de serviço público, ao longo de 45 anos, a partir do Teatro Garcia de Resende em Évora sendo um projeto artístico que é imprescindível à cidade e à região do Alentejo", vincam.

No comunicado de imprensa, a DOREV considerou também "urgente que o Governo tome medidas para evitar o fim deste projeto artístico".

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