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Almeida quer avaliar mandato de Marcelo antes de partir para uma decisão

João Almeida, candidato a líder do CDS-PP, defende que o partido deve fazer uma avaliação do mandato de Marcelo Rebelo de Sousa como Presidente antes de decidir o apoio a candidaturas nas presidenciais de 2021.

Almeida quer avaliar mandato de Marcelo antes de partir para uma decisão
Notícias ao Minuto

11:00 - 24/01/20 por Lusa

Política CDS

Em entrevista à agência Lusa, o deputado admitiu que, se vier a ser eleito no Congresso de 25 e 26 de janeiro, em Aveiro, os centristas apoiem uma eventual recandidatura de Marcelo ou analisem outras candidaturas, mas propõe que seja o Conselho Nacional a tomar uma decisão.

"Nós apoiámos o atual Presidente da República [em 2016] e, portanto, isso é relevante e é o ponto de partida para uma avaliação do CDS relativamente aos vários cenários para as eleições presidenciais", afirmou.

Agora, justificou, o partido deve "avaliar esse mandato à luz daquilo que foram os pressupostos do apoio, caso a candidatura do professor Marcelo Rebelo de Sousa se confirme".

"Depois, se a avaliação for positiva, obviamente que faz sentido que apoiemos o professor Marcelo Rebelo de Sousa. Caso não seja, estudarmos outras hipóteses. Mas o ponto de partida é este e a decisão será sempre do Conselho Nacional do partido", o órgão mais importante entre congressos, argumentou ainda.

"Não acho que uma candidatura presidencial deva ser uma decisão de um presidente do partido ou até de uma direção do partido, pelo impacto que isso tem naturalmente", acrescentou.

Em janeiro de 2019, a presidente dos centristas, Assunção Cristas, admitiu que o partido voltasse a apoiar uma recandidatura de Marcelo nas presidenciais, a exemplo do que aconteceu nas eleições de 2016.

Os candidatos à liderança do CDS são Abel Matos Santos, João Almeida, Filipe Lobo d'Ávila, Francisco Rodrigues dos Santos e Carlos Meira.

O 28.º Congresso nacional, marcado para 25 e 26 de janeiro em Aveiro, vai eleger o sucessor de Assunção Cristas na liderança dos centristas, que decidiu deixar o cargo na sequência dos maus resultados nas legislativas de outubro de 2019 -- 4,2% e cinco deputados.

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