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Vigarices? "Ninguém me dá lições de seriedade na política e fora dela"

Antigo deputado do PSD crítica mais uma vez as declarações de Rui Rio.

Vigarices? "Ninguém me dá lições de seriedade na política e fora dela"

Carlos Abreu Amorim, acérrimo crítico da atual direção do PSD, considera que "começa a ser fastidioso ver novamente" Rui Rio falar em 'vigarices' acerca das regras eleitorais internas com que ele próprio foi eleito há dois anos.

Palavras que surgem depois de o presidente do PSD ter recusado esta quarta-feira alterar as regras de pagamento de quotas para "facilitar vigarices" como as que considera que aconteceram no passado.

"Pela minha parte, ninguém me dá lições de seriedade na política e fora dela", avisa Amorim, prosseguindo na crítica ao também líder da bancada parlamentar laranja: "E também não possuo a obsessão proselitista de ditar a minha particular 'teoria geral da seriedade' a todos os seres viventes".

Rematando, o antigo parlamentar deixa um recado: "A seriedade não se apregoa, pratica-se. Preferencialmente, com a contenção e o pudor que a nossa própria vizinhança aconselha".

A secretaria-geral vai propor, no Conselho Nacional do PSD de sexta-feira, em Bragança, a realização das eleições diretas em 11 de janeiro, com eventual segunda volta uma semana depois, e o congresso entre 7 e 9 de fevereiro, em Viana do Castelo.

Até agora, assumiram-se como candidatos à liderança do PSD o presidente Rui Rio, o antigo líder parlamentar Luís Montenegro e o vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais Miguel Pinto Luz.

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