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Montenegro no Conselho Nacional do PSD? "Sim", se for convidado

Luís Montenegro manifestou disponibilidade para marcar presença no Conselho Nacional do PSD, caso seja convidado. O candidato à liderança do partido reagiu ainda à polémica das quotas do PSD.

Montenegro no Conselho Nacional do PSD? "Sim", se for convidado

O candidato Luís Montenegro reuniu-se, na tarde desta terça-feira, com a direção da União Geral de Trabalhadores (UGT), na sede da central sindical, em Lisboa. No final, em breves declarações aos jornalistas, manifestou vontade em estar presente no Conselho Nacional do PSD, que se realiza no próximo dia 8 em Bragança, se for convidado.

"Irei a todo o lado onde seja convidado e onde queiram falar comigo, dentro e fora do partido. Se for convidado pode ter a certeza que vou, mas não é por ser o Conselho Nacional, quero falar com os militantes, quero falar com todos e dizer-lhes qual o propósito desta candidatura", vincou. 

Já questionado relativamente à polémica das quotas que está a agitar o PSD, o social-democrata escusou-se a entrar "na discussão". Recorde-se que, como deu conta o jornal i desta terça-feira, "apoiantes de Luís Montenegro quererem que militantes sem quotas em dia possam participar na escolha do futuro líder".

Quanto à abertura dos cadernos eleitorais a militantes sem as quotas pagas, Montenegro preferiu destacar dois princípios que gostaria de ver na eleição interna: "transparência e participação".

Se afunilarmos a participação interna, teremos um partido mais pequeno e eu quero o contrário, um partido grandeDefendeu o social-democrata, a respeito da matéria, "que um grande partido como o PSD não pode ter nenhum tipo de hesitação em ter processos eleitorais internos por uma questão de transparência e de participação". O candidato a sucessor Rui Rio é partidário de um processo "que seja transparente", nomeadamente que "todas as candidaturas estejam em igualdade de oportunidades e de tratamento e que seja facultada a maior possibilidade de participação aos militantes que for possível".

Sustentou Montenegro que "vamos entrar num ciclo político de quatro anos que terá eleições regionais nos Açores no próximo ano, autárquicas em 2021 e legislativas em 2023. Eu quero liderar o PSD nestes quatro anos para ganhar as autárquicas e para ganhar as legislativas e para isso é preciso a força da militância. Tudo o que puderem ser procedimentos que facilitem a participação são os que interessam ao PSD".

O candidato lançou um duplo apelo neste ponto: "Lanço um apelo aos dirigentes do PSD para que viabilizem, facilitem a participação dos militantes, e um apelo aos militantes para que respondam positivamente a essa chamada".

"Se afunilarmos a participação interna, teremos um partido mais pequeno e eu quero o contrário, um partido grande", disse.

Questionado como vê que o presidente do PSD e recandidato ao cargo, Rui Rio, acumule a partir de quarta-feira o cargo com a liderança parlamentar, respondeu de forma telegráfica: "Com naturalidade".

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