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"Não há grande consenso no ponto de chegada" da política de rendimentos

O primeiro-ministro salientou ainda que pretende entregar o Orçamento do Estado para 2020 ainda este ano.

"Não há grande consenso no ponto de chegada" da política de rendimentos

António Costa esteve reunido na manhã desta terça-feira com os parceiros sociais. No final das reuniões, foi claro quanto a uma das principais prioridades para a próxima legislatura: a política de rendimentos. "A prioridade está na política de rendimentos e aí, felizmente, há um grande consenso relativamente a esta prioridade, não há é um grande consenso no ponto de chegada", sublinhou. 

O primeiro-ministro saiu satisfeito destes encontros com os parceiros sociais, apesar das diferenças entre todos. 

"Não é possível aceitar a 100% os cadernos de encargos de todos os parceiros sociais, até porque alguns são contraditórios uns com os outros, mas senti a consciência de todos de que é importante ter um espírito aberto para procurar compromissos", disse. 

"Têm prioridades que são comuns, designadamente no que diz respeito aos rendimentos gerais na sociedade portuguesa, e a não nos centrarmos só no debate em torno do salário mínimo, não estarmos só centrados nas carreiras da administração pública", acrescentou.

Questionado sobre as declarações de Arménio Carlos, secretário-geral CGTP, que se mostrou expectante que o primeiro-ministro passe das palavras aos atos relativamente aos casos de precariedade e aos rendimentos dos trabalhadores portugueses, António Costa admitiu que "é natural que saiam todos com uma posição de ver para crer".

O primeiro-ministro denotou ainda a importância da estabilidade política para os parceiros sociais. "É uma condição de confiança para os agentes económicos investirem, é fundamental para a credibilidade internacional se manter em alta e isso tem uma tradução muito prática nas condições de financiamento" das empresas

António Costa também falou sobre o Orçamento do Estado para 2020, referindo que pretende "antecipar a data de entrega". "Gostava de apresentá-lo ainda este ano", afiançou. 

[Notícia atualizada às 13h07]

Leia Também: "Salário mínimo nacional não pode evoluir por decreto"

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