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BE contra "privilégio fiscal de quem tudo pode" para fazer justiça

A coordenadora do BE, Catarina Martins, defendeu esta noite que o voto no partido é o que combate "o privilégio fiscal de quem tudo pode para fazer justiça a quem de tudo precisa".

BE contra "privilégio fiscal de quem tudo pode" para fazer justiça
Notícias ao Minuto

06:31 - 03/10/19 por Lusa

Política Eleições

No comício desta noite na Praça 8 de Maio, em Coimbra, Catarina Martins quis começar o discurso por "uma nota de preocupação e de solidariedade" com os Açores, que foram por atingidos por um furação de "dimensões pouco usais".

"Está, neste momento, a situação mais calma, mas há bastantes desalojados, há infraestruturas que foram destruídas e é bom que assumamos todos a solidariedade necessária com os açorianos e as açorianas na reconstrução de tudo o que tem agora que ser reconstruído", pediu.

Em termos de campanha eleitoral, a líder do BE voltou à importância de uma maior justiça fiscal, tema no qual já se tinha focado durante a manhã, em declarações aos jornalistas no final de uma visita a uma feira, quando comentou a notícia que dava conta da fuga de 630 milhões de euros em impostos das maiores empresas através de 'offshores'".

"O voto no Bloco de Esquerda é o voto que combate o privilégio fiscal de quem tudo pode para fazer justiça a quem de tudo precisa e tudo merece neste país", pediu, em jeito de resumo.

Para Catarina Martins, "esta não é uma razão menor para votar no BE porque a justiça na economia é o respeito por cada um e por cada uma".

"E só o voto pode ter a força contra os grandes interesses económicos que esperam mesmo que fique tudo na mesma e quem sabe que este é o momento de sermos mais exigentes e de fazer justiça neste país, sabe que no dia 06 de outubro o partido que faz acontecer justiça na economia, o partido que faz acontecer justiça fiscal, aquele que puxa pela dignidade deste país e não tem medo nunca das mudanças de que precisamos fazer é o Bloco de Esquerda", apelou.

A líder bloquista dirigiu-se diretamente ao "país esforçado, que cumpre com as suas obrigações", um Portugal "solidário que constrói a saúde, a educação, aquilo que é de todos".

"Este país, que sabe que é assim a democracia e a igualdade, que não se resigne, que não se resigne à injustiça de serem uns a pagarem tudo enquanto quem tem tudo não paga quase nada", pediu.

Para construir justiça na economia e assim "fazer melhor", Catarina Martins elencou as propostas do BE como a descida do IVA da energia, o aumento do número dos escalões do IRS e a "coragem de ir cobrar a quem não tem pago quase nada, um contributo justo como todas as outras pessoas pagam neste país".

O voto no BE, segundo Catarina Martins, "é o voto de toda a gente que sabe que é preciso acabar com o privilégio para termos uma economia mais justa que respeite toda esta gente de trabalho esforçado, de contribuição certa, na hora certa, que nunca falha ao país e não pode deixar que uns quantos privilegiados continuem a tirar daqui todas as riquezas".

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