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PSD acusa Governo de deixar Portugal "à espera"

O PSD acusou hoje o Governo de ter "resultados medíocres" e de deixar "Portugal à espera", com o primeiro-ministro a aconselhar os sociais-democratas a esperarem sentados pelo regresso do diabo.

PSD acusa Governo de deixar Portugal "à espera"

No debate sobre o estado da nação, em resposta ao deputado socialista João Paulo Correia, António Costa fez o elogio à lei de bases da habitação, criticando os partidos da oposição por virem agora exigir mais do atual executivo quando, há quatro anos, "consideravam absolutamente impossível de alcançar".

"O melhor elogio que podem fazer ao sucesso da nossa governação é exigir ir mais além do que consideravam impossível de alcançar há quatro anos", afirmou o primeiro-ministro.

Mas "convém não lhes dar ouvidos", como aconteceu em 2015, e "não ir além daquilo" que é possível fazer "para não perder nada" do que se conquistou "tão duramente nestes quatro anos de legislatura", afirmou ainda.

E, a três meses das eleições legislativas, afirmou: "Não queremos voltar atrás e ao tempo em que a direita nos governava, com os resultados que tinha para o país e para a vida das portuguesas e dos portugueses."

Sobre a lei de bases da habitação, afirmou ser um exemplo da "nova geração de políticas" sociais adotadas pelo seu Governo, garantindo a tradução do artigo da Constituição que dá direitos à habitação a todos.

Além do mais, trata-se de fazer um combate "à precariedade na habitação" para dar "a todos a possibilidade de arrendamentos acessíveis".

A propósito da lei de bases, o primeiro-ministro, António Costa, aproveitou para fazer o elogio à deputada Helena Roseta, uma das impulsionadoras da nova legislação aprovada no parlamento.

O socialista João Paulo Correia, que falou minutos depois de António Leitão Amaro, do PSD, respondeu com números às críticas dos sociais-democratas.

Aos que dizem que este governo "aumenta impostos", João Paulo Correia respondeu com um "falso", dado que os portugueses pagam hoje "menos 1.000 milhões de euros em impostos".

O aumento da carga fiscal é explicada, em parte, pelo facto de haver mais pessoas a trabalhar, a pagar impostos e, por isso, "é natural que o IRS cresça e os descontos para a segurança social cresçam".

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