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"Já percebi que irei ter um verão intenso", diz Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente da República revelou aos jornalistas que as próximas semanas vão ser intensas em termos de promulgações, ou vetos, de leis.

"Já percebi que irei ter um verão intenso", diz Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa anteviu, ao final da tarde desta terça-feira, que as próximas semanas vão ser intensas em termos de promulgação de leis e que este vai ser um verão sem ‘silly season’.

“Aguardo para ver as leis que vão sendo discutidas e aprovadas pelo Parlamento. Hoje [terça-feira] recebi mais três diplomas que têm todos a ver com a questão da transparência geral na vida política. Ainda há dezenas para votar entre esta semana e a semana que vem. Já percebi que irei ter um verão intenso em termos de promulgação de leis ou veto, conforme o caso. Espero promulgação, mas não quero antecipar juízos antes de conhecer os diplomas”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, desviando, elegantemente, o assunto da questão feita por um jornalista sobre a votação da Lei de Bases da Saúde, agendada para esta semana.

Sobre o estado da nação, Marcelo Rebelo de Sousa também não quis pronunciar-se, em véspera de debate na Assembleia da República, porque isso "seria antecipar um debate que vai ser feito". Contudo, disse que "o veredito verdadeiramente importante" é o voto dos portugueses nas legislativas de outubro em que, referiu, o seu voto é um em milhões. 

"O Presidente da República tem um voto, que é o dele, e há milhões de votos de eleitores. Amanhã [quarta-feira] há um debate, chamemos-lhe assim, conclusivo, a encerrar a legislatura. E depois haverá o veredito verdadeiramente importante, que é o voto em outubro", reforçou.

Já questionado se está preocupado com uma nova greve dos camionistas, que aprovaram no 1.º Congresso Nacional dos Motoristas um pré-aviso nesse sentido, o Presidente da República respondeu que acompanha "atentamente o que se passa", mas que não comenta "processos grevistas particulares".

Sem nunca perder o sentido de humor, o chefe de Estado, que falava com os jornalistas à margem de uma visita à cerimónia de aniversário que assinala os 70 anos da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, no Centro Cultural de Belém, admitiu que estas declarações tinham sido “uma maçada”, visto que, não respondeu diretamenta a nenhuma das questões feitas.

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