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Eduardo Cabrita sugere que PS está mais próximo de Merkel do que do CDS

O dirigente socialista Eduardo Cabrita acusou hoje o CDS-PP de estar a "branquear" a extrema-direita europeia, sugerindo que o PS está mais próximo da CDU de Angela Merkel do que do CDS.

Eduardo Cabrita sugere que PS está mais próximo de Merkel do que do CDS
Notícias ao Minuto

14:35 - 22/05/19 por Lusa

Política Europeias

"Com Espanha, com França, com a senhora Merkel, temos estado do lado da solidariedade. Com a Grécia. Com todas as forças que sabem que a Europa é solidariedade no acolhimento de migrantes e refugiados", declarou Eduardo Cabrita, durante um almoço comício no Barreiro.

Para o ministro da Administração Interna, o CDS parece estar "novamente alinhado com a extrema direita europeia, com [o partido espanhol] Vox, com o senhor Órban da Hungria", razão pela qual a escolha de domingo, dia de eleições para o Parlamento Europeu, deve ser na Europa "que salva refugiados" no Mediterrâneo.

Cabrita considera que a escolha no próximo domingo deve recair no PS, que representa a "Europa da solidariedade" e não "na Europa que está a branquear a extrema direita europeia", em Portugal representada pelo CDS, da mesma família política que a CDU da chanceler alemã.

"E por isso temos que perguntar se o que temos aqui, desta vez, é o CDS que já há vinte anos foi expulso do PPE e que agora parece novamente alinhado com a extrema direita europeia, com o Vox, com o senhor Órban da Hungria (...) Esse CDS, a esse, temos de dizer não, porque é uma vergonha para Portugal", sublinhou.

Para Eduardo Cabrita, Portugal tem tido "um papel exemplar na coligação da boa vontade contra a xenofobia, contra o racismo, com todos os aliados, todas as forças progressistas europeias".

Num almoço comício no Grupo Desportivo e Recreativo "Os Leças", no Barreiro, o ministro socialista, natural daquela cidade do distrito de Setúbal, sublinhou que a marca do PSD e do CDS, com Passos Coelho e Portas, foi "expulsar" os jovens mais qualificados.

Agora, com o "crescimento económico" e do mercado de emprego, Portugal "vai precisar de trabalhadores e migrantes" e vai precisar de os "saber receber e integrar", notou.

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