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Nós, Cidadãos! quer metas de transparência para além das metas de défice

O Nós, Cidadãos! quer metas de transparência para além de metas de défice nos Orçamentos do Estado, defendeu hoje o cabeça de lista do partido às eleições europeias, Paulo de Morais.

Nós, Cidadãos! quer metas de transparência para além das metas de défice
Notícias ao Minuto

20:37 - 17/05/19 por Lusa

Política Paulo de Morais

"Hoje - e é um aspeto positivo - há metas aos défices orçamentais nos vários países da União Europeia. Essa exigência relativamente aos Orçamentos do Estado é positiva, mas nós queremos mais. Queremos metas também na transparência", disse Paulo de Morais, que falava à agência Lusa à margem de uma ação de campanha, na Baixa de Coimbra.

O candidato do Nós, Cidadãos! às europeias afirmou que Orçamento do Estado em execução "tem 10 mil milhões de euros de despesas extraordinárias - o que não é admissível - e tem 4 mil milhões de euros por explicar, completamente opacos".

Segundo Paulo Morais, caso seja eleito, tudo fará no Parlamento Europeu para que, já no Orçamento do Estado para 2020, "não haja verbas opacas".

"Queremos metas ao défice, mas também clareza e transparência a nível orçamental", acrescentou.

De acordo com o cabeça de lista do Nós, Cidadãos! a luta contra a corrupção será a grande bandeira da campanha do partido às europeias, salientando que pretende fiscalizar "rigorosamente" todos os fundos comunitários aplicados em Portugal para garantir que esses são bem usados.

"Há todo um conjunto de projetos, que beneficiaram de fundos europeus, que ajudaram a engrossar o carrossel da corrupção" em Portugal, criticou.

Para além do combate pela transparência e contra a corrupção, Paulo de Morais elencou a necessidade de trabalhar pela descarbonização da economia e que esta possa ser "verdadeiramente circular", apostando-se na reutilização dos recursos existentes.

O candidato referiu ainda que vê o lugar de eurodeputado como uma espécie de "provedor do cidadão", afirmando que, caso o país tenha deputados eleitos, irá criar um gabinete em Portugal que vai funcionar como uma espécie de provedoria para apoiar os portugueses e os seus direitos enquanto cidadãos europeus.

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