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Violência doméstica: "Em guerra contra o sexismo que mata"

Isabel Moreira recorda que a "violência de género é uma pirâmide", tornando-se imperioso levar "a sério o combate a estereótipos de género".

Violência doméstica: "Em guerra contra o sexismo que mata"

"Mais uma morte, mais uma vítima de violência doméstica". A afirmação é de Isabel Moreira que, numa publicação na página oficial de Facebook, defende a necessidade de uma intervenção imediata do Governo. A este propósito, recorde-se, este fim de semana uma mulher foi encontrada morta na banheira. O alegado homicida, que "pagava serviços sexuais à vítima sempre que se encontrava com ela", acabou por ser detido.

"Uma mulher morta à pancada precisamente por ser mulher", refere a socialista, acrescentando ainda que "ser mulher ainda é viver num caldo cultural letal que nos trata como coisas e propriedade".

Precisamos, como alega, "de uma revolução civilizacional. Os próximos governos têm de investir mesmo na educação cívica obrigatória. É caro? Muito. Mas estamos em guerra. Em guerra contra o sexismo que mata".

Estas circunstâncias exigem pois "o compromisso de todas as pessoas em tudo. Porque a violência de género é uma pirâmide. Se não levamos a sério o combate a estereótipos de género, se não levamos a sério a crítica a livrinhos para meninas e a livrinhos para meninos, não vale a pena. Queremos homens e mulheres livres e iguais. Homens e mulheres a beneficiarem de um mundo sem sexismo".

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