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"O Estado arrecada para os seus cofres em impostos o que nunca arrecadou"

A líder do CDS-PP esteve, esta terça-feira, em Pombal, onde visitou a empresa Transportes Central Pombalense. À boleia desta visita, Assunção Cristas apontou o dedo ao Governo por impor aos cidadãos e às empresas a “maior carga fiscal” dos últimos tempos.

"O Estado arrecada para os seus cofres em impostos o que nunca arrecadou"
Notícias ao Minuto

12:15 - 02/04/19 por Patrícia Martins Carvalho 

Política Assunção Cristas

Assunção Cristas visitou uma empresa de transportes em Pombal que contribui para os números das exportações e importações de Portugal.

Depois de se inteirar da realidade da empresa, a líder do CDS-PP disse aos jornalistas que há uma “certa sensação de abrandamento notória”, em especial no setor das exportações e isso, frisou, preocupa-a porque o “abrandamento da economia significa que é preciso dar estímulos e criar condições para que a economia possa crescer de forma duradoura”.

Mas, para tal, é “preciso baixar os impostos que impactam diretamente nas famílias e nas empresas”, como é o caso do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) que, na ótica de Assunção Cristas, é o “maior saque fiscal deste Governo”. “Mas também é preciso baixar o IRC que já devia estar em 17% e, já agora, olhando para a coesão territorial, baixar impostos e criar um estatuto de benefício fiscal para o Interior”, explicou, garantindo que esta é uma medida que “estará certamente” no programa eleitoral do CDS.

Nesta senda, a líder centrista avisou que o “caminho não pode ser com a carga fiscal ao nível que a temos hoje em dia”.

“Relembro e sublinho que Mário Centeno não faz nenhum milagre e António Costa engana todos quando diz que tem resultados sem austeridade. Não é verdade”, apontou, explicando que os “resultados que o Governo alcançou são com a carga fiscal máxima”.

“O Estado arrecada para os seus cofres em impostos como nunca arrecadou”, acusou, lamentando ainda: “perdemos uma oportunidade extraordinária da melhor conjuntura externa para podermos pôr o país a crescer como deve ser”.

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