Meteorologia

  • 26 MAIO 2019
Tempo
18º
MIN 15º MÁX 22º

Edição

"Este jogo do 'gato e do rato' do Governo humilha os professores"

Joaquim Jorge acusa o Governo de estar a “dar e tirar” esperança aos docentes só para “ganhar tempo”.

"Este jogo do 'gato e do rato' do Governo humilha os professores"
Notícias ao Minuto

14:26 - 26/02/19 por Natacha Nunes Costa 

Política Joaquim Jorge

O fundador do Clube dos Pensadores, Joaquim Jorge, descreve de “inqualificável” a postura do Governo, perante o impasse negocial com os professores.

O também biólogo garante que o Executivo de António Costa tem “dado e tirado” a esperança aos docentes apenas para ganhar tempo.

Este jogo do ‘tu cá – tu lá’, do ‘gato e do rato’ do Governo de António Costa procurando humilhar os professores, dando e tirando esperança e protelando o mais que puder este impasse para ganhar tempo é inqualificável”, refere num artigo de opinião enviado ao Notícias ao Minuto.

E, para Joaquim Jorge, a reunião desta segunda-feira foi apenas para “cumprir calendário” porque o Governo não pretende aumentar a recuperação do tempo de serviço dos professores.

“Na reunião desta segunda-feira, o Governo de António Costa veio para cumprir calendário e com a lição estudada. Houve uma coisa boa nesta reunião, o Ministro da Educação que andava fugido apareceu. Os professores já sabem há muito tempo que Governo mantém – recuperação de 2 anos 9 meses e 18 dias. Os professores querem o tempo todo de recuperação que trabalharam - 9 anos, 4 meses e 2 dias”, explica.

Joaquim Jorge diz ainda que a recuperação do tempo de serviço proposto pelo Executivo “é uma falácia” que pode custar a maioria a António Costa nas próximas eleições.

Os professores devem mostrar a sua dignidade e personalidade. Não estão a pedir nada a que não tenham direito: trabalharam esse tempo todo e fizeram descontos do salário. Os docentes não deveriam se sentar mais com o Governo. Este diálogo de surdos vai custar caro ao Executivo. O PS pode vencer as próximas eleições, mas será rés-vés”, aponta.

Em jeito de conclusão, Joaquim Jorge aposta que, devido a este impasse negocial, “na próxima geração ninguém vai querer ser professor” porque esta classe foi sempre “uns licenciados de segunda que os diversos governos fizeram gato-sapato”.

Recomendados para si

Seja sempre o primeiro a saber.
Acompanhe o site eleito pelo segundo ano consecutivo Escolha do Consumidor.
Descarregue a nossa App gratuita.

Apple Store Download Google Play Download

Campo obrigatório