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Europeias são "espécie de referendo ao Governo"

Marques Mendes faz uma antevisão às europeias, estabelecendo metas para cada um dos partidos que tentará eleger eurodeputados.

Europeias são "espécie de referendo ao Governo"

As eleições europeias, para Marques Mendes, “são uma espécie de primárias das legislativas”. Esta foi a posição defendida pelo comentador no seu habitual espaço de debate na antena da SIC Notícias.

Como meta para o Partido Socialista, o político estabeleceu a necessidade “de ganhar e ganhar com folga porque há cinco anos ganhou ‘poucochinho’”. Depois, porque “o PS apostou nestas eleições governamentalizando-as, nomeadamente no momento em que inclui dois ex-ministros na sua lista. É uma espécie de referendo ao Governo”, advoga. A questão que se coloca “é saber se vai haver algum voto de protesto ao Governo”.

Já o PSD, defendeu Marques Mendes, “precisa de ganhar ou pelo menos de perder por pouco”. Se “o PSD perde as eleições por margem significativa, parte já derrotado para as eleições legislativas porque estas são mais fáceis do que as que vêm a seguir”.

Quanto ao CDS, acredita o comentador que “precisa de subir e passar para dois deputados. Se Assunção Cristas quer ser líder da oposição, precisa de ter votos”. O PCP, por sua vez, “tem a tarefa dificultada porque teve um grande resultado há cinco anos e manter esta fasquia elevada não é fácil. Nestas eleições, infelizmente costuma haver grande abstenção que é um trunfo a favor do PCP”.

Para o Bloco de Esquerda, acredita o advogado, a tarefa também “não é fácil, apesar de ter uma boa cabeça de lista. Por fim, o Aliança “precisa de eleger um deputado e se o fizer é uma vitória. Se não eleger é visto como um ‘flop’”.

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