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Venezuela: Portugal condena proibição de entrada de eurodeputados no país

O Governo português considerou hoje que a proibição de entrada na Venezuela de uma delegação de eurodeputados, no domingo, é "absolutamente lamentável e condenável", pedindo "gestos de abertura" no país em vez de "medidas de hostilidade".

Venezuela: Portugal condena proibição de entrada de eurodeputados no país
Notícias ao Minuto

15:16 - 18/02/19 por Lusa

Política Ministro

"O que aconteceu com os eurodeputados impedidos de entrar ontem [no domingo] em Caracas é absolutamente lamentável e condenável", disse hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

Falando no final de uma reunião com outros homólogos da União Europeia (UE), em Bruxelas, o governante vincou que "a Venezuela precisa hoje de gestos de abertura e não de medidas de hostilidade".

Uma delegação do Partido Popular Europeu, do Parlamento Europeu, que tinha sido convidada pela Assembleia Nacional venezuelana a visitar a Venezuela, foi no domingo impedida de entrar no país e obrigada a apanhar um voo de regresso a Madrid.

A expulsão dos eurodeputados foi denunciada pelo deputado opositor Francisco Sucre, através da sua conta oficial na rede social Twitter, em que afirma que a delegação já tinha chegado ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía (norte de Caracas), o principal do país.

Também através do Twitter, o ministro dos Negócios Estrangeiros venezuelano, Jorge Arreaza, disse que a delegação já tinha sido notificada "há vários dias" de que "não seria admitida" no país, visto que o grupo "pretendia visitar o país com fins conspirativos".

Hoje, em Bruxelas, Augusto Santos Silva classificou estas justificações como "termos desajustados e injustos, próprios de quem não preza como deveria instituições democráticas".

"A iniciativa política de eurodeputados é legítima e não veja em que poderia constituir perigo ou ameaça para a Venezuela", acrescentou.

A delegação integrava os eurodeputados Esteban González Pons, José Ignácio Salafranca Sánchéz-Neyra e Juan Salafranca e dela deveria ter feito também parte o português Paulo Rangel, que não chegou a viajar para a capital venezuelana porque perdeu o voo de ligação entre Madrid e Caracas.

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