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Pedro Marques, um político de cariz executor da Esquerda moderada

O cabeça de lista do PS às eleições europeias, Pedro Marques, tem um percurso sobretudo de cariz executivo ao serviço dos socialistas, é considerado um pragmático e posicionou-se sempre ideologicamente na chamada Esquerda moderada deste partido.

Pedro Marques, um político de cariz executor da Esquerda moderada
Notícias ao Minuto

20:20 - 16/02/19 por Lusa

Política PS

Licenciado pelo ISEG, (Instituto Superior de Economia e Gestão) e mestre em economia internacional, casado e pai de três filhos, Pedro Marques nasceu em Lisboa em 1976, mas viveu grande parte da sua juventude no Montijo.

No plano profissional, o cabeça de lista socialista teve logo no início da sua carreira na área da gestão de fundos comunitários, tendo sido membro entre 1997 e 1999 da Estrutura de Apoio Técnico da Intervenção Operacional Renovação Urbana no âmbito do II Quadro Comunitário de Apoio.

A primeira experiência na esfera governativa do "número um" da lista socialista nas eleições europeias ocorreu em 2001, quando assumiu funções de assessor do Ministro do Trabalho e da Solidariedade, Ferro Rodrigues, tendo integrado o grupo interministerial para a questão do envelhecimento da população e a sustentabilidade das finanças públicas.

Em 2002, teve uma experiência autárquica, sendo eleito vereador da Câmara Municipal do Montijo com os pelouros da ação social e saúde, habitação social, juventude, planeamento e desenvolvimento económico.

Entre 2005 e 2011, durante os XVII e XVIII governos constitucionais, ambos liderados por José Sócrates, desempenhou o cargo de secretário de Estado da Segurança Social, tendo estado diretamente ligado à reforma da Segurança Social feita em 2007.

No plano político, nas eleições legislativas de 2011, foi cabeça de lista pelo PS no distrito de Portalegre e, nessa legislatura, com o seu partido sob a liderança de António José Seguro, foi vice-presidente do Grupo Parlamentar, com a responsabilidade da área das finanças.

Em 2011, n Congresso do PS realizado para a disputa da sucessão de José Sócrates na liderança deste partido, Pedro Marques - tal como o atual ministro Vieira da Silva e o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina - manteve-se neutro, não apoiando nem Francisco Assis, nem António José Seguro.

Em 2014, no entanto, o ainda titular das pastas do Planeamento e das Infraestruturas fez parte do chamado "núcleo duro" de António Costa no processo que conduziu à realização de eleições primárias entre os socialistas e em que o atual primeiro-ministro derrotou António José Seguro.

Logo após as eleições primárias do PS, com a vitória de António Costa, Pedro Marques renunciou ao seu mandato de deputado na Assembleia da República e regressou à vida empresarial na Capgemini Portugal, onde foi responsável pela direção comercial.

Antes das eleições legislativas de 2015 e da formação do atual Governo, colaborou no documento da equipa de António Costa intitulado 'Novo Impulso à Convergência' que serviu em parte de base no processo de elaboração do programa do atual executivo.

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