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Bloco faz apelo ao Governo sobre o estatuto dos cuidadores informais

Catarina Martins pede ao Governo que "não atrase mais" o processo para chegar a uma lei do estatuto dos cuidadores informais. Compromisso entre os partidos é que lei esteja pronta até ao final do mês.

Bloco faz apelo ao Governo sobre o estatuto dos cuidadores informais
Notícias ao Minuto

12:33 - 09/02/19 por Melissa Lopes 

Política Catarina Martins

A coordenadora do Bloco de Esquerda apelou este sábado ao Governo para que não atrase mais o processo sobre o estatuto dos cuidadores informais. De visita ao Algarve, Catarina Martins lembrou que este é um tema “que interessa a muitas pessoas do país”, uma vez que “há 800 mil que precisam e dependem desses cuidados informais”.

“Aqui em Loulé, muito recentemente, cuidadores informais e pessoas cuidadas reuniram-se precisamente por causa desse tema e o apelo que gostaríamos de fazer é que o Governo não atrase mais este processo”, declarou a líder bloquista, frisando que o projeto de lei do seu partido “já está em especialidade há muitos meses” e “ foi debatido em todo o país”.

Catarina Martins recordou o que o que está acordado entre todos os partidos é que “até ao princípio da próxima semana, até terça-feira, entrem as propostas [no Parlamento] para a seguir se fazerem as votações de especialidade e termos a lei até ao final de fevereiro pronta”

“E na verdade”, lamentou, “o Governo acabou por fazer só esta semana as suas próprias propostas e ainda não as entregou no Parlamento”. Para a bloquista, “estas pessoas não podem esperar mais,são muitos anos, organizaram-se para ter um estatuto de cuidador informal”. “ O Presidente da República já veio apelar a que esse trabalho seja feito”, recordou.

“Há um compromisso com os cuidadores informais de existir um estatuto até ao final do mês de fevereiro e é esse o apelo que reiteramos”, quis reforçar, passando a mensagem de que os cuidadores informais precisam de apoio, precisam de ter direito a descanso, precisam de formação, apoio social, situação de pobreza. “Esta gente precisa de resposta”, finalizou.

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