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Albuquerque diz que congresso regional será de "mobilização e unidade"

O líder do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, afirmou hoje que o XVII Congresso regional do partido, nos dias 19 e 20 de janeiro, será um "momento de mobilização e de unidade" face aos "desafios eleitorais" de 2019.

Albuquerque diz que congresso regional será de "mobilização e unidade"
Notícias ao Minuto

15:45 - 16/01/19 por Lusa

Política PSD Madeira

"Este ano vamos ter três eleições [europeias, regionais e nacionais], o partido está mobilizado, iremos chamar novas pessoas e garantir a união entre todos", disse Miguel Albuquerque, que foi reeleito presidente do partido nas eleições diretas realizadas em dezembro de 2018, nas quais foi o único candidato.

"O congresso é fundamental uma vez que será uma reafirmação dos princípios e dos valores do Partido Social Democrata da Madeira, da autonomia, da social-democracia e do progresso da região em todas as suas áreas", disse.

O XVII Congresso do PSD/Madeira decorre no Funchal e conta com a participação de 450 delegados, sendo que os trabalhos vão começar com a tomada de posse da nova Comissão Política e do novo Secretariado.

Em dezembro, Miguel Albuquerque foi reeleito presidente com 98,4% dos votos dos militantes. Dos 3.348 em condições de votar, 2.715 exerceram o direito, dos quais 2.671 apoiaram a sua reeleição.

"O Partido Social Democrata construiu a Madeira moderna ao longo de quarenta anos, consolidou e reafirmou a autonomia e, obviamente, tudo isso tem de ser evocado", afirmou o líder social-democrata.

Por outro lado, o secretário-geral do partido, Rui Abreu, que agora cessa funções, vincou que "a união [interna] é fundamental", mas advertiu que "só com união não se ganham eleições".

"É preciso também apresentar um programa muito claro à população, aos madeirenses, para que percebam exatamente o que é que o PSD pretende fazer pela Madeira nos próximos quatro anos", disse.

Rui Abreu exerceu o cargo de secretário-geral durante dois mantados, sendo agora substituído por José Prada.

"Acho que fizemos um bom trabalho, numa altura que não era a mais fácil do partido, porque não estava habituado a disputar eleições internas e quando as disputou fê-lo com seis candidatos", disse, referindo-se ao congresso de 2015, quando Alberto João Jardim foi substituído por Miguel Albuquerque.

O secretário-geral cessante considera que isto provocou "algumas feridas" que "demoraram e demoram" algum tempo a sarar.

"Hoje, passados quatro anos, a situação está muito mais ultrapassada e o partido estará com os novos dirigentes e com os antigos para enfrentar os desafios que tem pela frente", disse, lembrando que o XVII Congresso é "ordinário" e com uma ordem de trabalhos "perfeitamente normal", embora decorra numa "altura crucial" da vida do partido, considerando as três eleições que se vão realizar num período de nove meses.

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