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Francisco Guerreiro é o cabeça de lista pelo PAN às europeias

No Parlamento português como no Europeu? Sim, o PAN tem esse objetivo: Eleger um eurodeputado a 26 de maio.

Francisco Guerreiro é o cabeça de lista pelo PAN às europeias
Notícias ao Minuto

13:38 - 13/12/18 por Melissa Lopes 

Política Eleições

O PAN – Pessoas - Animais – Natureza anuncia esta quinta-feira que o candidato do partido às eleições europeias de 26 de maio é Francisco Guerreiro.

Francisco Guerreiro é membro da Comissão Política Nacional e assessor Parlamentar do deputado André Silva na Assembleia da República.

Em comunicado, o anunciado cabeça de lista diz acreditar que é possível dar continuidade, no Parlamento Europeu, ao trabalho de transformação social que o PAN, com apenas um deputado, tem alcançado na sociedade portuguesa, sendo a eleição de um eurodeputado o objetivo no sufrágio de 26 de maio.

O partido sublinha que “reconhece e defende os benefícios da cidadania na União Europeia” sejam os “decorrentes do reforço da coesão económica, social e territorial e da solidariedade”, sejam os resultantes da “cooperação e de superação de conflitos, que tem resultado no mais longo período de paz contínua, entre 1950 e os dias de hoje”.

Assim , a candidatura do PAN às eleições europeias terá como bandeiras “temáticas prioritárias” relacionadas com “o apoio humanitário, o desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas e transição energética”, enumera o partido.

Sobre o apoio humanitário e desenvolvimento sustentável, o PAN realça que faz parte do "DNA do projeto europeu" é deve continuar a ser "rejeitar visões políticas extremadas e nacionalistas que ou recusam por um lado, uma resposta responsável de melhor integração ou, por outro, fecham as fronteiras a quem mais precisa de apoio humanitário". 

Nesse sentido, e perante o fluxo migratório, a instabilidade em várias regiões limítrofes à Europa e tendo em consideração os refugiados económicos e climáticos, o partido considera que a União Europeia deve reforçar mecanismos de integração não só com políticas efetivas de emprego como de integração social e cultural.

E, tendo em conta realidades de países que não consigam acolher mais refugiados ou imigrantes, "deverão ser reforçados os mecanismos de apoio financeiro para que outros Estados possam acolher mais refugiados". 

No que concerne às alterações climáticas e transição energética, o PAN quer garantir que a Comissão Europeia estabeleça a meta de 2030 para o fim da comercialização de veículos movidos a combustíveis fósseis dentro da UE.

Para garantir a segurança climática e a soberania alimentar na Europa, o PAN quer promover a conversão faseada da agricultura intensiva Europeia para modos de agricultura biológica, reforçando um plano de ação europeu para 2021-2027, lembrando que os modos convencionais agrícolas têm-se mostrado devastadores para os ecossistemas e para a preservação dos mesmos severamente fragilizados com o aumento dos impactos decorrentes das alterações climáticas.

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