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Cabrita "não agiu como devia", quis "fazer frete às Câncios desta vida"

O social-democrata Carlos Abreu Amorim realça o bom desempenho das forças de segurança e lança farpas ao ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.

Cabrita "não agiu como devia", quis "fazer frete às Câncios desta vida"

Recentemente, três detidos por assaltarem idosos fugiram por uma janela do Tribunal de Instrução Criminal do Porto. Mais tarde viriam a ser encontrados num parque de campismo e alguns meios avançaram com uma fotografia dos perpetradores no momento em que foram recapturados pelas autoridades.

Ora, a “polémica das fotos dos presos recapturados dá-nos várias lições e nenhuma delas é agradável”, começa por recordar a respeito do tema Carlos Abreu Amorim na sua página oficial de Facebook. “A que mais me incomoda”, acrescenta, “prende-se com a precipitação estudada do MAI”.

No entendimento do social-democrata, “perante o apelo da ala mais alucinada do PS e Bloco de Esquerda nas redes sociais, lançou-se na verborreia fácil dos ‘inquéritos-feitos-para-comunicação-social-ver’ como se essa fosse a única questão importante que um ministro de uma pasta de soberania devesse realçar”. Com efeito, “independentemente da infelicidade daquelas fotos, o ministro não agiu como devia”.

Mas nem tudo é mau. É um aspeto positivo destacado pelo deputado, nomeadamente o facto de as “forças de segurança terem conseguido corrigir uma falha em tempo recorde e recapturado três criminosos muito perigosos e violentos”. As autoridades, salienta ainda Carlos Abreu Amorim, “fizeram-no com uma competência assinalável”, sendo que “não há notícia de feridos ou de risco para a tranquilidade pública durante a operação. As nossas forças de segurança são um exemplo internacional de profissionalismo, eficiência, mérito e de respeito pelo Estado de Direito Democrático”.

Contudo, ressalva ainda, “o ministro não deu uma palavra de parabéns e de alento para os polícias que tinham acabado de arriscar a vida em prol da segurança pública”. Pelo contrário; “verberou os profissionais da polícia e tratou como vítimas aqueles criminosos que tanto sofrimento causaram a idosos indefesos” e “preferiu fazer o frete às Câncios desta vida, pressurosa e obedientemente”.

Carlos Abreu Amorim conclui realçando que “não é assim que se transmite o brio e o orgulho necessários para que as nossas polícias continuem a fazer aquilo que tão bem fazem - apesar de tão mal reconhecidos por quem tinha o dever de o fazer”.

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