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"Mário Centeno reconheceu a necessidade de cautelas"

O ministro das Finanças está a receber, esta manhã de terça-feira, os partidos da oposição com assento parlamentar para lhes apresentar aquelas que são as linhas gerais da proposta do Governo de Orçamento do Estado para o próximo ano.

"Mário Centeno reconheceu a necessidade de cautelas"

Depois de André Silva, do PAN, foi a vez de Fernando Negrão, do PSD, conversar com o ministro Mário Centeno e, posteriormente, com os jornalistas.

À saída da reunião com o responsável pela pasta das Finanças, o líder parlamentar dos sociais-democratas lembrou que o Governo “viveu durante estes anos com o benefício de taxas de juro muito baixas”.

No entanto, essas mesmas taxas de juro “vão começar a subir e o próprio ministro reconheceu isso e reconheceu a necessidade de cautelas”. Porém, frisou Fernando Negrão, Centeno “não explicou em pormenor que cautelas deverão ser essas”.

O líder parlamentar do PSD descreveu a reunião como tendo sido “interessante”, sublinhando que houve “muitas perguntas e respostas de carácter macroeconómico e poucas respostas concretas sobre a realidade dos problemas”.

Quanto àquela que será a posição do PSD sobre o documento final, Fernando Negrão disse que ainda é cedo para tecer comentários a esse respeito, pois a proposta de Orçamento do Estado só será entregue no dia 29 e só então “será analisado e tomada uma posição”.

Antes havia sido André Silva, deputado do PAN, a falar aos jornalistas, revelando vários pormenores sobre os dados macroeconómicos que constam da proposta do Governo para o Orçamento do próximo ano.

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