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  • 26 SETEMBRO 2020
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Movimento Independente, o novo projeto que quer liderar Matosinhos

No entendimento dos fundadores do projeto, em Matosinhos "não pode haver vacas sagradas", referindo-se ao facto de o PS estar no poder há décadas.

Movimento Independente, o novo projeto que quer liderar Matosinhos

Há um novo movimento social e político que é partidário da “regeneração da democracia, em que haja uma revolução pacífica de ideias e comportamentos, com uma redefinição ética e moral”. Chama-se Movimento Independente (consulta a plataforma de candidatura aqui) e irá concorrer às próximas eleições autárquicas, em 2021.

Desta iniciativa fazem parte “cidadãos capazes de falar de uma política diferente”, já que o “sistema político está numa encruzilhada, impondo-se lucidez para perceber que temos de adaptar o nosso quadro constitucional à evolução da sociedade”, refere um comunicado enviado à redação do Notícias ao Minuto.

No entendimento dos fundadores deste projeto político, entre eles o fundador do Clube dos Pensadores Joaquim Jorge,  os “cidadãos querem votar em pessoas e não em nomes de pessoas escolhidas pelos partidos”. Por isso, o Movimento Independente não se afirma “anti-sistema”, mas aposta “numa relação diferente com os cidadãos e eleitores”.

E em que posição do hemiciclo se situa o Movimento Independente? Pois bem, “nem à Esquerda nem à Direita”. “Só queremos representar os cidadãos. Há algo que está a falhar estrondosamente, basta ver a abstenção”, defendem.

Em Matosinhos, aquilo a que os fundadores do Movimento apelidam de “continuismo”, “é uma ameaça perigosa na política e em Matosinhos”, considerando que o PS está no poder há 44 anos. O Partido Socialista está no poder em Matosinhos desde o 25 de Abril. O Movimento Independente pretende “provar que é possível outros governarem Matosinhos”.

Notícias ao MinutoNovo projeto político e social© Movimento Independente

E para tal propõe uma alternativa “com confiança, personalidade, decisões audazes e inovadoras. Somos pela mudança e o adeus à rigidez de estilo e abordagem da política. Em Matosinhos não pode haver vacas sagradas”.

“Estamos aqui unicamente por Matosinhos. Vamos procurar ser honestos connosco próprios, umas vezes conseguiremos acertar, outras vezes não, mas situamos Matosinhos acima de tudo, os matosinhenses merecem o melhor”, referem ainda os fundadores no comunicado.

Na ideologia do Movimento Independente, desrespeitar quem está no poder em Matosinhos não é uma opção, não se propondo por isso a “fazer ataques pessoais”, mas haverá naturalmente discórdias, “sem se ser desagradável”.

“Não pretendemos dar lições a ninguém, mas seguiremos o nosso caminho e defenderemos no que acreditamos com humildade, trabalho e esforço, de uma forma convicta, livre e apartidária”, termina Joaquim Jorge.

Várias sãs as personalidades que, não integrando o projeto, sendo que dão o seu contributo Álvaro Beleza, António Capucho, Fernando Nobre, Francisco Ferreira, Garcia Pereira, Joana Amaral Dias, José Milhazes, Luís Osório, Manuel Monteiro, Paulo Nunes de Almeida, Paulo Morais, ou Sofia Vala Rocha.

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