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Conselho Nacional do CDS está "ferido de democraticidade"

O porta-voz da tendência do CDS Esperança em Movimento (TEM), Abel Matos Santos, defendeu hoje que o Conselho Nacional do partido está "ferido de democraticidade" sem representantes distritais de Viana do Castelo e Aveiro.

Conselho Nacional do CDS está "ferido de democraticidade"
Notícias ao Minuto

17:30 - 14/06/18 por Lusa

Política TEM

"O Conselho Nacional está ferido de democraticidade porque não tem representatividade nacional. Era muito importante que a secretaria-geral usasse os seus poderes para convocar plenários distritais, já que usou os seus poderes para impedir que os delegados participem no Conselho Nacional", disse à Lusa Abel Matos Santos.

O funcionamento do Conselho Nacional, órgão máximo do partido entre congressos, é uma das matérias que a tendência levará a uma audiência com a presidente do partido, Assunção Cristas, que estava marcada para hoje e foi reagendada para segunda-feira, e que resulta de queixas de militantes à tendência, que criou a figura do "provedor TEM".

"A moralização da vida interna do partido é fundamental. É uma questão institucional, que não tem nada que ver com pessoas", defendeu Abel Matos Santos, que exige também a divulgação das contas do partido, relativamente às quais a TEM se absteve no último Conselho Nacional.

Contactado pela Lusa, o secretário-geral do CDS, Pedro Morais Soares, assegurou que tanto em Viana do Castelo como em Aveiro os processos estão a decorrer a tempo de no próximo Conselho Nacional os delegados daqueles distritos participarem.

"É um processo que cabe aos plenários distritais, não cabe a secretaria-geral", declarou Pedro Morais Soares, referindo que em Viana do Castelo tem estado a decorrer as eleições concelhias, faltando Vila Nova de Cerveira, e, em Aveiro, todos os processos estão concluídos, estando para breve a convocação do plenário distrital.

A TEM vai promover um debate sobre tauromaquia no dia 28 de junho, a propósito da discussão no parlamento, no dia 06 de julho, de projetos de lei do PAN para proibir as touradas em Portugal, e do BE, para impedir "o apoio institucional à realização de espetáculos que inflijam sofrimento físico ou psíquico ou provoquem a morte de animais".

De acordo com a tendência, o objetivo do debate é "esclarecer os portugueses" e "desmontar os mitos e falácias profusamente divulgadas pelos que querem apagar a tradição" tauromáquica.

Para este debate foram convidados o ex-secretário de Estado da Cultura Elísio Summavielle, na condição de aficionado, o médico veterinário e criador de toiros Joaquim Grave, Hélder Milheiro, da Prótoiro, Paulo Pereira, do Campo Pequeno, o forcado José Fernando Potier, o toureiro Victor Mendes, e o cavaleiro e criador de cavalos Paulo Caetano.

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