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Porta do CdP abre-se esta noite para António Capucho

O debate regressa, esta segunda-feira, ao Clube dos Pensadores e com um convidado de ‘peso’, o cofundador do PSD,António Capucho.

Porta do CdP abre-se esta noite para António Capucho

Diz a sabedoria popular que quando uma porta se fecha, outra se abre. É o caso. Depois de ver indeferido o pedido de revogação da decisão tomada há cinco anos - de expulsão do PSD, António Capucho regressa esta noite, como habitualmente às 21h30, ao ‘palco’ do Clube dos Pensadores (CdP) no Hotel Holiday Inn em Gaia.

Trata-se, na verdade, de um regresso, depois de por lá ter passado ainda na ‘era de Passos Coelho’ na liderança do PSD. Já na ‘era de Rui Rio’, o cofundador do partido ‘laranja’ endereçou um requerimento que tinha encabeçado - em nome de 18 militantes expulsos do partido por apoiarem uma candidatura independente nas autárquicas de 2013, em Sintra - e no qual pedia a revogação da decisão tomada há cinco anos. Mas o Conselho de Jurisdição do PSD indeferiu o pedido.

Destaca ainda Joaquim Jorge, fundador do CdP, que é “incompreensível” a decisão do PSD de manter-se afastado um “destacado militante, (…) expulso do partido ao fim de mais de 40 anos de militância, partido que ajudou a fundar juntamente com Francisco Sá Carneiro, por integrar e apoiar uma candidatura independente (…) nas eleições autárquicas de 2013, na qualidade de deputado municipal”.

Mais. “Muitos militantes do PSD apoiaram das mais variadas formas candidaturas contrárias às do seu partido – PSD –, mas não foram expulsos, a decisão de expulsão baseou-se unicamente na integração de listas aos diferentes órgãos autárquicos”, recorda Joaquim Jorge, sustentando aliás que se os estatutos do PSD tivessem sido aplicados à risca, “centenas de militantes teriam sido expulsos casos de: Miguel Veiga (recentemente falecido), Valente de Oliveira, Arlindo Cunha (todos apoiantes de Rui Moreira), entre outros. Ou seja, fora os próprios candidatos, os mandatários e os subscritores das candidaturas, escaparam”.

É por tudo isto oportuno ouvir António Capucho, saber como avalia a liderança de Rio, se considera que a matriz social-democrata foi recuperada, como lidou com a decisão do PSD, e qual a análise que faz do atual panorama da política nacional.

Saliente-se que pelo ‘palco’ do CdP, a que esta noite vai subir o antigo secretário-geral do PSD, deputado, líder parlamentar e eurodeputado, antigo presidente de Câmara e antigo secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, já passaram este ano nomes como: Mário Nogueira, líder da Fenprof, António Saraiva, líder da CIP , Pedro Duarte, deputado do PSD, Paula Teixeira da Cruz, ex-ministra da Justiça; Jaime Nogueira Pinto, politólogo, e José Ramos-Horta, prémio Nobel da Paz.

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