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"Não podemos resolver tudo num dia mas, a par e passo, melhoramos o SNS"

De acordo com o primeiro-ministro, está em curso a construção de 113 centros de saúde e a abertura de 700 camas de cuidados continuados.

"Não podemos resolver tudo num dia mas, a par e passo, melhoramos o SNS"
Notícias ao Minuto

17:33 - 16/04/18 por Filipa Matias Pereira

País António Costa

António Costa e Adalberto Campos Fernandes estiveram presentes, esta segunda-feira, na inauguração das Unidades de Saúde de Monte Real - Carvide e de Cortes, do Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Litoral. O primeiro-ministro aproveitou esta oportunidade para refletir sobre a reforma da saúde em Portugal, uma conversa que não passou à margem também da discussão do défice da economia portuguesa.

No entendimento do chefe do Governo, a reforma da saúde que tem sido aplicada ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) traduz-se, entre outros aspetos igualmente relevantes, no “desenvolvimento das unidades de saúde de cuidados primários”. Isto porque, justificou Costa, “é essencial que a saúde esteja próxima e que possamos prestar o maior número de serviços para que a necessidade de recurso às unidades hospitalares seja limitada àquilo que é estritamente necessário”.

O segundo pilar da reforma é materializado no “investimento nos cuidados continuados”. Para o primeiro-ministro, na atualidade, dado “o aumento da esperança média de vida, cada vez vivemos mais anos, o que significa que acumulamos um conjunto de patologias que com a idade se vêm a revelar. E não podemos sobrecarregar os hospitais, até porque há cuidados que, com vantagem, são prestados nos centros de cuidados continuados. Por isso, estas foram as duas grandes áreas que definimos como prioritárias para investir: cuidados primários e continuados”.

António Costa adiantou ainda que estão em curso 113 unidades de cuidados primários em todo o país e, ao nível dos cuidados continuados, foi fixada pelo Governo a meta de abertura de 700 camas anuais. “E conseguimos cumpri-la em 2016 e 2017 e vamos continuar a cumprir. Não podemos resolver tudo num dia mas, a par e passo, vamos encontrando respostas para as necessidades de termos um SNS cada vez melhor e melhores cuidados de saúde”.

O líder socialista recordou ainda uma questão que, realçou, “tem marcado as últimas semanas”: “Devíamos ter maior défice ou maior investimento em saúde? O país tem de fazer tudo simultaneamente. Houve um tempo que para ter menos défice se aumentavam as taxas moderadoras e não se contratavam médicos, enfermeiros e profissionais para o SNS”.

Porém, o que este Governo está a fazer “é diferente. Estamos a reduzir o défice, mas ao mesmo tempo estamos a construir 113 novos centros de saúde e já contratámos mais 7900 profissionais para o SNS. Isto porque os portugueses merecem e têm direito a ter mais e melhor SNS”.

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