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Costa considera que tem de ser reposto o direito internacional na Síria

O primeiro-ministro afirmou hoje que tem de ser resposto o respeito pelo direito internacional na Síria, considerando que se tem assistido naquela guerra a ações de crescente desumanidade e de violação grave dos direitos humanos.

Costa considera que tem de ser reposto o direito internacional na Síria
Notícias ao Minuto

12:08 - 16/04/18 por Lusa

País Conflitos

António Costa falava aos jornalistas após ter discursado na abertura do seminário de cônsules honorários na Fundação do Oriente, em Lisboa.

"Creio que como todo o mundo tenho acompanhado a situação na Síria com preocupação", disse, referindo-se a "cenas de horror".

De acordo com o primeiro-ministro, a guerra na Síria tem registado "uma crescente de desumanidade e violação grave do direito internacional".

"O direito internacional tem de ser reposto, desde logo para proteção de toda a comunidade síria. Temos de travar esta violência, que tem sido crescente e com danos humanos inaceitáveis", acrescentou.

Os EUA, a França e o Reino Unido realizaram no sábado uma série de ataques com mísseis contra alvos associados à produção de armamento químico na Síria, em resposta a um alegado ataque com armas químicas na cidade de Douma, Ghouta Oriental, por parte do governo de Bashar al-Assad.

A ofensiva consistiu em três ataques, com uma centena de mísseis, contra instalações utilizadas para produzir e armazenar armas químicas, informou o Pentágono.

O presidente dos EUA justificou o ataque como uma resposta à "ação monstruosa" realizada pelo regime de Damasco contra a oposição.

Segundo o secretário-geral da NATO, a ofensiva teve o apoio dos 29 países que integram a Aliança.

O ataque da madrugada de sábado foi uma reação ao alegado ataque com armas químicas contra a cidade rebelde de Douma, em Ghouta Oriental, ocorrido no dia 07 de abril e que terá provocado 40 mortos e afetado 500 pessoas.

Hoje mesmo será entregue ao Conselho de Segurança da ONU um projeto de resolução sobre a Síria, que inclui um novo mecanismo de controlo sobre o uso de armas químicas. O texto, redigido pela França, abrange três áreas: química, humanitária e política, segundo fontes diplomáticas.

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